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Para diretor da Mercedes, Niki Lauda é insubstituível

21 mai 2019
09h00
atualizado às 09h20
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Na noite da última segunda-feira, o tricampeão mundial da Fórmula 1 Niki Lauda morreu aos 70 anos por conta de complicações em seu estado de saúde. Ao site da Fórmula 1, Toto Wolff, diretor executivo e um dos proprietários da Mercedes, demonstrou seus sentimentos em relação à perda de um dos ídolos da modalidade.

"Niki será sempre uma das maiores lendas do nosso esporte - ele combinou heroísmo, humanidade e honestidade dentro e fora do cockpit. Seu falecimento deixa um vazio na Fórmula 1. Nós não apenas perdemos um herói que encenou o mais notável retorno jamais visto, mas também um homem que trouxe clareza e franqueza preciosas à moderna Fórmula 1. Ele fará muita falta como nossa voz de bom senso", disse Wolff.

Para ele, a equipe perde muito, principalmente por conta de sua luz e energia, garantindo que não há nenhum outro como ele.

O ex-piloto austríaco Niki Lauda, em 1977
O ex-piloto austríaco Niki Lauda, em 1977
Foto: Action Images/Sporting Pictures / via Reuters

"Nossa equipe Mercedes também perdeu uma luz. Como colega de equipe nos últimos seis anos e meio, Niki sempre foi honesta e totalmente leal. Foi um privilégio contar com ele na nossa equipe e testemunhar o quanto significava para ele ser parte do sucesso da equipe. Quando ele andava pelo chão em Brackley e Brixworth, ou fazia um de seus famosos discursos motivacionais, ele trouxe uma energia que ninguém mais poderia replicar. Niki, você é simplesmente insubstituível, nunca haverá outro como você", lamentou.

Além dele, Chase Carey, diretor executivo e presidente do Conselho de Administração da F1, falou sobre a coragem do ex-piloto e como serviu de inspiração para muitos fãs.

"É com grande tristeza que soubemos da morte de Niki Lauda. A Fórmula 1 perdeu não apenas um dos grandes expoentes do esporte, mas também um de seus heróis. Seu amor pelas corridas e a coragem que demonstrou foram simplesmente extraordinárias e ele inspirou muitos fãs. Sua morte é uma grande perda para toda a família de Fórmula 1 e para o automobilismo como um todo. Todos os nossos pensamentos vão para a família dele", disse ao site.

Niki Lauda morreu aos 70 anos na noite desta segunda-feira, em Viena, na Áustria. O tricampeão da Fórmula 1, nos anos de 1975, 1977 e 1984, e atual presidente não executivo da Mercedes, não resistiu à piora no estado de saúde. O piloto realizou um transplante de pulmão em agosto do ano passado e recebeu alta após dois meses internado. No início deste ano, por conta de uma forte gripe, voltou ao hospital, onde permaneceu por dez dias. As primeiras informações apontam que ele teve falência renal.

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