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Mercedes desmente rumor sobre venda para patrocinador: "Muitas coisas são inventadas"

A Mercedes correu para desmentir a informação, dada pelo ex-dirigente Eddie Jordan, de uma possível venda da equipe. Comprometidos com a Fórmula 1 até 2025, Toto Wolff declarou que a Ineos, patrocinadora do time, não quer adquirir mais ações e que o nome continue o mesmo nos próximos anos

14 set 2020
09h20
atualizado às 09h28
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Valtteri Bottas liderou o treino livre 1 do GP da Toscana
Valtteri Bottas liderou o treino livre 1 do GP da Toscana
Foto: Mercedes / Grande Prêmio

O futuro da Mercedes é novamente alvo de especulações, principalmente envolvendo uma possível venda. O ex-chefe de equipe Eddie Jordan declarou que uma das patrocinadoras, a Ineos, vai comprar 70% da escuderia. O time, no entanto, fez questão de rapidamente desmentir os boatos.

De acordo com Jordan, a empresa do mercado de químicos — que patrocina a Mercedes desde o começo deste ano — estaria disposta a desembolar £ 700 milhões (R$ 4,7 bilhões) para adquirir a atual hexacampeã de construtores da Fórmula 1.

O ex-dirigente também declarou que Jim Ratcliffe, fundador da Ineos e considerado o homem mais rico do Reino Unido, manteria a estrutura da fábrica em Brackley, assim como uma parceria técnica, mas Toto Wolff não seria mais chefe da equipe — o que rapidamente foi explicado.

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Toto Wolff, chefe de equipe da Mercedes, desmentiu a informação dada pelo ex-dirigente Eddie Jordan (Foto: Mercedes)

"As pessoas pegam fragmentos de conversas e fazem uma história sobre isso. A Daimler não tem intenção de vender a equipe. E a Ineos não quer comprar a parte majoritária do time para mudar o nome. Muitas coisas são inventadas", afirmou Wolff em entrevista para a Reuters.

"O futuro da equipe é absolutamente claro. É a Mercedes AMG Petronas F1 Team e nada vai mudar isso", completou o austríaco que recentemente refletiu sobre seu futuro como chefe de equipe.

Esta não é a primeira vez que Jordan afirma ter informações de bastidores sobre a Mercedes. O ex-chefe de equipe já sugeriu que a Mercedes deixaria a F1 ao fim de 2018, além de que Hamilton e Wolff iriam juntos para a Ferrari em 2020. Evidentemente, as duas especulações se provaram errôneas.. Recentemente, porém, o time de Brackley assinou o Pacto da Concórdia e comprometeu-se com a Fórmula 1 até 2025.

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