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Em "dia atrapalhado", Leclerc vê toque com Pérez como causa de 7º lugar em Jedá

Charles Leclerc largou em quarto e chegou em sétimo na Arábia Saudita, mas entende que o dia foi mesmo complicado, com "diversos fatores" atrapalhando o rendimento em Jedá. Carlos Sainz terminou logo atrás, mais satisfeito, já que saiu de 15º no grid

5 dez 2021 21h33
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Charles Leclerc foi sétimo, Carlos Sainz, oitavo
Charles Leclerc foi sétimo, Carlos Sainz, oitavo
Foto: Ferrari / Grande Prêmio

A Ferrari teve um dia complicadíssimo neste domingo (5) em Jedá, com Charles Leclerc em sétimo e Carlos Sainz na oitava colocação. No entanto, as histórias dos dois na prova foram bem diferentes, com o monegasco tendo largado em quarto e o espanhol saído da 15ª colocação no grid. Mesmo assim, os dois brigaram até o fim.

Leclerc valorizou a recuperação da Ferrari depois do estrago do acidente no TL2 de sexta-feira, mas lamentou a quantidade de posições perdidas na primeira parte da corrida saudita.

"Estamos felizes pela forma que nos recuperamos do acidente de sexta-feira, mas foi uma pena sermos apenas sétimo porque tínhamos potencial para mais. O começo foi bom, tive ritmo forte, mas aí veio o safety-car e, depois, a bandeira vermelha, nos jogando para trás por causa do pit-stop que fizemos. Tentei evitar confusão na relargada, mas toquei com o Pérez e isso me custou mais posições", disse.

O monegasco explicou que a batida com Sergio Pérez não significou apenas perda de posições na hora, mas também gerou danos no carro que comprometeu o restante da prova.

"O que mais comprometeu minha corrida foi o dano que tive nesse toque com Pérez. Ficou difícil aquecer os pneus duros depois, também acabei travando eles mais para frente. Recuperei o ritmo ali no fim, mas hoje foi um dia em que vários fatores nos atrapalharam", completou.

Charles Leclerc foi sétimo em Jedá (Foto: Ferrari)

Para Sainz, que teve um sábado complicadíssimo e só largou em 15º ao errar duas voltas no Q2, a corrida foi mais positiva. Mesmo assim, o espanhol acredita que poderia fazer ainda mais sem a bandeira vermelha do começo.

"Foi uma corrida divertida de se guiar, não podemos ficar frustrados ao sair de 15º para oitavo. Larguei bem, ataquei bem, fui subindo ali com os pneus duros. Infelizmente, aquela bandeira vermelha estragou minha estratégia, tive de colocar os médios e aí foi conservar eles o máximo que dava, por 36 voltas. Tive um segundo stint forte, busquei o Gasly, mas meus pneus acabaram e eu não consegui segurar o Charles, que estava de pneus duros. Uma pena a classificação de ontem, poderia ter ficado mais à frente hoje, mas feliz por mais pontos conquistados", resumiu.

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