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Chefe da Mercedes justifica derrota com falha no software

25 mar 2018
05h39
atualizado às 06h06
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A Mercedes crê que um problemas de software foi responsável por permitir que Vettel fosse para os boxes e retornasse às pistas à frente de Lewis Hamilton neste domingo, fato que custou a vitória do piloto britânico no GP da Austrália. O chefe da equipe alemã, Toto Wolff, conversou com a imprensa após a prova e alegou que a margem indicada entre os dois pilotos e considerada suficiente, na verdade, não era.

"Pensamos que tínhamos algo em torno de três segundos de margem, então precisamos perguntar aos computadores e é isso que estamos fazendo no momento. Se temos um problema de software, precisamos resolvê-lo. Acho que o problema é em nosso sistema. O necessário era termos 15 segundos, mas tivemos 12, o que achávamos que era o suficiente, mas não era", afirmou Toto Wolff em entrevista à Sky Sports.

Na visão do chefe da equipe atual tetracampeã mundial, o sistema apresentou uma falha de cálculo, o que não poderia ter acontecido, principalmente se tratando de uma corrida em que o circuito não permite muitas ultrapassagens e a distância entre Mercedes e Ferrari não era considerável.

"É uma situação com a qual nós ainda não havíamos lidado por conta da especial constelação de carros na pista. Então, a distância que precisávamos foi calculada de maneira errada pelo sistema. O modo como os algoritmos estão configurados, os computadores estão programados sempre permitiu que a luz verde concedida fosse o bastante para nos mantermos à frente. Mas agora vimos as imagens da TV e não era o suficiente", concluiu Wolff.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva

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