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Grosjean destaca estilo de vida para aceitar Indy. Magnussen vê mudança como improvável

Kevin Magnussen e Romain Grosjean ainda procuram vaga no esporte a motor para 2021 e a Indy surge como opção. A atual dupla da Haas, porém, possui visões diferentes da categoria e até mesmo níveis de confiança sobre a mudança na carreira

12 nov 2020
11h24
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Honor 9A (imagem: reprodução/Huawei)
Honor 9A (imagem: reprodução/Huawei)
Foto: Grande Prêmio

A dupla da Haas não vai continuar na equipe em 2021. Kevin Magnussen e Romain Grosjean serão dispensados no fim da atual temporada e continuam procurando uma vaga na Fórmula 1 ou mesmo em outras categorias e a Indy chama a atenção — mas a confiança dos pilotos é diferente.

Kevin Magnussen já cogitou correr na Indy, seguindo os passos do pai Jan — que andou na categoria entre 1996 e 1999. Agora, porém, ele admite ficar sem espaço apesar de algumas conversas com equipes nos Estados Unidos.

Magnussen e Grosjean estão, por enquanto, procurando vaga para 2021 (Foto: Haas)

"Eu estive conversando com alguns times e vendo o que é possível. Estamos atrasados neste ano, então várias equipes já pegaram seus pilotos para o futuro, não acho que é provável [ter uma vaga] para o próximo ano", afirmou o dinamarquês.

"A Indy é algo no topo da minha lista, sempre fui fã. Adoraria tentar, é um desafio que eu me empolgo muito. Acho os circuitos ovais espetaculares, diferentes do que fiz na minha carreira, algo que não temos muito na Europa. As pistas de ruas também são fantásticas, bem clássicas, e os carros parecidos também são bons", completou.

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Romain Grosjean, o outro piloto da Haas em 2020, também coloca a Indy como uma possibilidade para o futuro. Diferente do companheiro de equipe, no entanto, ele mostra mais confiança com a chance de ir para a categoria do outro continente.

"Os prós da Indy é que todo mundo se diverte e possui carros iguais, com dois tipos de motores, as corridas são divertidas e há uma boa oportunidade de vencer corridas ou chegar no pódio. É um campeonato muito bom e acho que existem mais prós do que contras, mas obviamente estilo de vida, educação e futuro com minhas crianças estão no topo da lista de prioridades", disse Grosjean.

"Algumas equipes estão fechadas, mas existem oportunidades abertas. Se você olhar Penske ou Ganassi, que são as duas principais equipes, estão cheias. Mas você não espera necessariamente aportar em um desses lugares no primeiro ano. Acho que você precisa provar que sabe pilotar nessa categoria", seguiu.

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