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Giovinazzi afirma: "Não é fácil retornar à F1 depois de dois anos sem competir"

25 jan 2020
12h45
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Depois de fazer sua primeira temporada completa na Fórmula 1, Antonio Giovinazzi afirmou que foi difícil se acostumar com o esporte novamente, depois de ficar de fora por dois anos.

Foto: Attila Kisbenedek/ AFP
Foto: Attila Kisbenedek/ AFP
Foto: F1Mania

Giovinazzi, um piloto da Ferrari Driver Academy, tinha dois GPs de experiência antes da temporada de 2019, substituindo Pascal Wehrlein, que se recuperava de um acidente, na então equipe Sauber, nos GPs da Austrália e da China.

O italiano foi bem ao terminar em 12º em Albert Park, mas teve um pesadelo no final de semana em Xangai, batendo durante a qualificação e durante a corrida. Foi a última corrida de F1 em que ele participou até 2019, quando foi anunciado como piloto da Alfa Romeo.

A temporada de 2019 não começou muito bem para Giovinazzi, que passou oito corridas sem marcar nenhum ponto até terminar em 10º no Grande Prêmio da Áustria, seu único ponto antes das férias de verão.

No entanto, ele conseguiu evoluir à medida que o ano avançava. Seu ritmo de corrida também pareceu aumentar, embora ele ainda tenha cometido um erro estranho como na última volta do GP da Bélgica, onde bateu na barreira de proteção.

“Eu estava melhorando corrida após corrida”, disse o piloto de 26 anos, RaceFans.net, ao recordar sua primeira temporada completa na F1.

"Não foi fácil voltar às corridas após dois anos de parada. Então, meu principal objetivo era melhorar corrida por corrida."

Enquanto Raikkonen subia nos pontos na primeira metade da temporada, Giovinazzi quase sempre ficava de mãos vazias no final das corridas, já que o abismo no ritmo entre os dois às vezes parecia ser bastante grande, apesar do óbvio talento do italiano.

“Eu tive uma primeira parte difícil na temporada”, admitiu o ex-piloto reserva da Ferrari.

"Na segunda parte, acho que aprendi, melhorei, e evoluí como piloto. Este foi um dos meus principais objetivos."

Na segunda metade da temporada, a Alfa Romeo se esforçou para acompanhar o resto do pelotão intermediário, como havia feito no início, e os pontos se tornaram mais raros. Foi Giovinazzi quem conseguiu mais pontos que Raikkonen após as férias de verão, e foi anunciado que ele manteria sua vaga para 2020.

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