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Atlético-PR

Léo vai para o Furacão e deve facilitar negociação com o São Paulo

18 jul 2017
19h27
atualizado às 21h21
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O Paraná Clube foi pegou de surpresa nesta terça-feira e, sem nada pode fazer, viu seu principal destaque na temporada, o goleiro Léo, que se recupera de uma lesão no rosto deixar o clube e se transferir para o Atlético Paranaense. O acordo deve facilitar a ida do meia Marcos Guilherme para o São Paulo, que detém os direitos do arqueiro.

Revelado pela Portuguesa, Léo chegou ao São Paulo, mas disputou apenas uma partida. Até que chegou nesta temporada ao Tricolor da Vila, onde disputou 24 partidas, tomou apenas nove gols, e só teve sua sequência interrompida devido uma lesão em partida diante do Atlético Mineiro, pela Copa do Brasil, quando sofreu um choque com o atacante Fred.

A negociação para a transferência do goleiro, que disputará posição com Weverton, começou nas últimas semanas, em sigilo, o que irritou a diretoria do Paraná. A expectativa agora é de que Marcos Guilherme, que está emprestado ao Dinamo Zagreb, da Croácia, pelo Rubro-Negro, seja repatriado pelo clube paulista.

Confira a nota oficial divulgada pela diretoria paranista:

O goleiro Léo não vestirá mais a camisa do Paraná Clube. A diretoria foi surpreendida na tarde desta terça-feira (18), ao ser notificada pelo São Paulo - clube detentor dos direitos federativos do atleta - sobre a transferência do jogador para o Atlético Paranaense. Léo, que está finalizando a recuperação de uma cirurgia facial, há mais de uma semana vinha tratando do assunto, sem posicionar o departamento de futebol tricolor.

Léo chegou à Vila Capanema no início da temporada depois de 6 anos como reserva da equipe do SPFC. Tornou-se uma das referências da equipe nas disputas de Campeonato Paranaense, Primeira Liga e Copa do Brasil. Foi no torneio nacional que Léo, no dia 31 de maio, sofreu a séria lesão, num choque com o atacante Fred. A saída repentina gerou um mal estar no clube.

"Lamentamos a forma como ele tratou do assunto, sem posicionar ninguém. O tratamos com absoluto profissionalismo e carinho. Infelizmente não houve a mesma reciprocidade", afirmou o executivo de futebol, Rodrigo Pastana.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva

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