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Com reservas, Athletico-PR visita Peñarol em busca de um empate para garantir a liderança do grupo

Em situação ruim no Brasileirão, time paranaense deve preservar seus principais jogadores em duelo pela Libertadores

20 out 2020
09h07
atualizado às 09h07
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O Athletico-PR conseguiu se dar bem no grupo mais embolado da Copa Libertadores e garantiu a vaga antecipadamente. Classificado às oitavas de final, o time paranaense se dará ao luxo de utilizar os reservas, às 21h30 desta terça-feira, diante do Peñarol, no Uruguai. Um empate serve para fechar em primeiro na chave.

Bem na competição intercontinental, mas na zona de rebaixamento do Brasileirão, desta vez o clube vai priorizar a fuga das últimas colocações. Dos titulares que vêm jogando, apenas o goleiro Santos e o volante Erick estarão em campo no Uruguai.

Santos, goleiro do Athletico-PR
Santos, goleiro do Athletico-PR
Foto: Divulgação/Athletico-PR / Estadão

A meta do técnico interino Eduardo Barros é descansar o grupo para o duro compromisso com o Grêmio, na Arena da Baixada, no domingo. Existe a possibilidade de ele ser acompanhando no banco de reservas por Paulo Autuori, recém-contratado para ser diretor técnico.

Com o reforço na comissão técnica, os paranaenses prometem empenho para findar com a sequência ruim de seis jogos sem triunfos. E a motivação vem da possibilidade de o bom desempenho abrir vaga para o time titular.

O Athletico-PR soma 10 pontos no Grupo C, diante de seis dos uruguaios, que mesmo ganhando só chegariam aos 9. Mas o Jorge Wilstermann (7 pontos) pode chegar a 10 se ganhar do Colo-Colo (6) e passar no saldo de gols. Mesmo na lanterna, os Chilenos têm chance.

Oito titulares nem vão acompanhar a delegação no Uruguai: os laterais Jonathan e Abner, os zagueiros Thiago Heleno e Pedro Henrique, os volantes Wellington e Christian, o meia Léo Cittadini e o atacante Renato Kayser, que será inscrito nas oitavas.

Sem outra opção a não ganhar, o Peñarol terá de se lançar ao ataque. A ordem é pressionar desde o início para abrir vantagem no placar. O time terá de somar os três pontos e "secar" o Jorge Wilstermann no outro confronto. A tarefa dura contrasta com a confiança grande na classificação.

Estadão
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