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Nobre admite que questão salarial pode pesar para saída de Wesley

8 ago 2013
20h46
atualizado às 21h07
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Paulo Nobre, presidente do Palmeiras, despista sobre o interesse do Atlético-MG em contratar o volante Wesley. Ele também evita dar detalhes da negociação em andamento, mas admite que a questão salarial pode pesar para a saída do jogador, assim como em outros casos.

Wesley estaria na mira do Atlético-MG para a sequência da temporada
Wesley estaria na mira do Atlético-MG para a sequência da temporada
Foto: Luis Moura / Gazeta Press

O camisa 11 foi contratado em março de 2012 pelo então presidente Arnaldo Tirone e tem seus vencimentos na casa dos R$ 350 mil. O clube pretende negociá-lo para enxugar os gastos com o futebol.

"A parte financeira sempre conta, não só no caso do Wesley. A política de salário do Palmeiras é muito responsável. Quando fazemos contrato, temos obrigação de honrá-lo. Alguns salários que herdamos fogem da política que praticamos, e tentamos sempre equacionar. Os salários estão entre os maiores gastos, tem que levar isso muito a sério", declarou Nobre em entrevista à Rádio CBN, antes de completar que o clube tem mais de uma alternativa para se desfazer de um atleta:

"Pode ser estudado uma venda, um empréstimo. Existe uma gama de situações que podem envolver uma negociação dessas", disse.

Na sequência, o mandatário reafirmou que o grupo do Palmeiras não está fechado tanto para contratações quanto para saída de jogadores. "Não existe elenco fechado, nenhum jogador é inegociável. Se aparecer boa proposta para clube e jogador, não há porque não acontecer. Se der para trazer algum jogador importante, vamos trazê-lo", completou.

Fonte: Lancepress! Lancepress!
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