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“Um sonho com o diabo me fez refletir sobre minhas crenças”

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Acompanhem o relato de Ana Maria, de 25 anos. A fortíssima vivência mística dela abre caminho para inúmeras interpretações, das mais literais até as mais ligadas aos arquétipos psicológicos. Vou deixar para que cada leitor tire a sua conclusão, para que, assim, essa história possa servir como desafio e convite ao amadurecimento de nossas convicções esotéricas.

Nunca acreditei em "forças malignas", "espíritos maus", essas coisas. Sempre achei que o "mal" era coisa desse mundo e não do outro. Mas eu tive uma experiência muito estranha que me fez refletir sobre as minhas crenças. Tive um sonho (ou pesadelo?) tão aterrorizante, que ouso dizer que não sonhei apenas, mas tive uma experiência.

Sonhei que eu vivia numa cidade muito, muito pequena. Nela, havia apenas um chafariz, com as casas ao redor e uma rua de paralelepípedos. O céu era um teto pintado de cinza. Tudo era cinza e marrom. O ar era pesado. Não ventava, e a luz era pouca.

As casas eram térreas ou tinham dois andares. Todas as casas com dois andares eram habitadas pelos jovens da cidade. Eu estava em pé, perto do chafariz, olhando ao redor, quando de repente uma voz anunciava que "ele" estava chegando... Enquanto ouvia a voz que repetidamente anunciava a chegada "dele", fui tomada por um pavor indescritível.

Olhei ao redor e, do chão, começaram a brotar umas plantinhas verdes que saltavam do meio dos paralelepípedos e se enrolavam assim que brotavam. Instintivamente, comecei a pisoteá-las, porque eu sabia que elas representavam o mal que queria dominar tudo. Como as plantas cresciam rápido demais, resolvi correr para casa.

Rapidamente, subi as escadas onde morava e, quando olhei ao redor, percebi uma névoa escura no ar e o chafariz seco, soltando vapor. A sensação de horror ficava cada vez mais forte, porque eu sabia que "ele" (o mal, o belzebu, o amaldiçoado, o diabo) estava vindo para aliciar os jovens da cidade. Sabia que haveria um confronto e estava aterrorizada.

A entrada da minha casa era pelos fundos, numa lavanderia, que dava acesso para a cozinha e onde encontrei a mãe de duas amigas minhas que moravam na casa também. Ela me disse: "Filhinha, estou fazendo uma jantinha bem gostosa, porque você precisa comer e ficar fortinha para o que vem mais tarde." Ela é mineira e, como tal, fala tudo no diminutivo. Nesse momento, uma cobra comprida e preta passou por nós muito rapidamente e escondeu-se no quintal.

A mãe das minhas amigas, vendo a cobra, me olhou e disse: "Se prepara. Ele já chegou!". Então, fui até o quintal. Havia algumas cadeiras arrumadas em fila, uma ao lado da outra.

Os jovens e "ele" estavam sentados, e eu pude ver na expressão dos rostos dos moços que estavam todos (aparentemente) tranqüilos. Eu, ao contrário, sentia uma mistura de horror e pânico, eu tremia.

O "coisa ruim" não tinha face. Na verdade, ele tinha muitas e elas mudavam muito rápido. Eram tantos rostos e mudavam tão rapidamente que eu não conseguia ver nenhum com nitidez. Algumas vezes sua face era apenas uma chama alaranjada.

Começa o duelo. Eu sabia as regras: as armas eram as palavras, só as palavras. Caso "ele" ganhasse a batalha, levaria alguém com ele e, se perdesse, iria embora sozinho. Muitas coisas são ditas durante o duelo. Estranhamente se falam amenidades.

Então, o "sinistro" diz algo que me deu a certeza de que "ele" havia perdido a peleja. A certa altura, ele disse que gostava de vir à superfície, porque sentia falta da D.Fulana (não me lembro do nome, mas sabia que falava de uma senhora que morava numa das casas da cidade).

Eu hesitei um pouco antes de revidar. Tive medo de retrucar o que ele havia dito. Tive medo de que ele lesse meus pensamentos. Tive medo de dizer a coisa errada e de, por isso, ser condenada a ir com ele.

Tomei fôlego e, quase sem voz, disse que "ele" não era de todo mal. Que, se "ele" sentia falta da D.Fulana, era porque também tinha sentimentos... Assim que terminei a frase, o mal transformou-se novamente em cobra e desapareceu rapidamente.

Acordei e a sensação de horror, pânico e medo demorou a passar. Foi muito real.

Marina Gold/Especial para o Terra

 
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