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Wall Street fecha em baixa com nova ameaça comercial

11 jul 2018
18h25
atualizado às 18h34
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Os mercados acionários dos Estados Unidos recuaram nesta quarta-feira, quebrando uma série de quatro sessões de ganhos depois que a ameaça de Washington de impor tarifas sobre mais 200 bilhões de dólares em mercadorias chinesas elevou os temores de guerra comercial, ao mesmo tempo em que uma forte queda nos preços do petróleo pesou sobre as ações de energia.

Operadores trabalham na New York Stock Exchange (NYSE) em Nova York, EUA
02/05/2018
REUTERS/Brendan McDermid
Operadores trabalham na New York Stock Exchange (NYSE) em Nova York, EUA 02/05/2018 REUTERS/Brendan McDermid
Foto: Reuters

O índice Dow Jones caiu 0,88 por cento, a 24.700 pontos, enquanto o S&P 500 perdeu 0,709418 por cento, a 2.774 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuou 0,55 por cento, a 7.717 pontos.

Nomes industriais, incluindo a Boeing, 3M e Caterpillar, que têm sido alguns dos mais atingidos pela recente disputa comercial, estavam entre as maiores perdas do Dow.

Os investidores disseram que as preocupações com a guerra comercial podem ficar em segundo plano, com os investidores começando a se concentrar mais nos resultados corporativos do segundo trimestre nas próximas semanas.

"A situação do comércio é preocupante, mas nada vai acontecer imediatamente. Essa história pode ficar de lado, enquanto fartos atuais captam os interesses dos participantes do mercado, especialmente os resultados", disse John Carey, gerente de portfólio da Amundi Pioneer Asset Management.

"As pessoas estão esperando ganhos bastante fortes, e certamente há potencial para decepção."

Os analistas estão prevendo que os lucros das empresas do S&P 500 cresceram cerca de 21 por cento no segundo trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior, de acordo com dados da Thomson Reuters.

O índice de energia do S&P também pressionou o mercado nesta quarta-feira, levando a outras quedas setoriais. Os futuros de petróleo bruto dos EUA caíram 5 por cento com a escalada das disputas comerciais e expectativas de aumento no fornecimento com a notícia de que a Líbia reabriria seus portos.

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