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Incubadora carioca está entre as 150 melhores do mundo

Programa Shell Iniciativa Jovem, que apoia a criação de empresas no Rio de Janeiro, foi incluído no Global Benchmark 2014

30 mai 2014 08h00
| atualizado às 13h24
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Participantes do programa Shell Iniciativa Jovem recebem certificado de conclusão do processo de capacitação
Participantes do programa Shell Iniciativa Jovem recebem certificado de conclusão do processo de capacitação
Foto: Divulgação

Após mais de 13 anos estimulando o empreendedorismo de jovens de 20 a 34 anos no município do Rio de Janeiro, o programa Shell Iniciativa Jovem foi incluído no Global Benchmark 2014, índice que reúne as 150 melhores incubadoras e aceleradoras do mundo. A lista, elaborada pelo instituto de pesquisa sueco UBI Index, é o primeiro ranking mundial do gênero.

A iniciativa de apoio ao empreendedorismo da Shell surgiu na Inglaterra e chegou ao Brasil em 2001, quando foi realizada a primeira edição do programa na capital fluminense, conta Leonardo Filardi, gerente do projeto. Desde então, o Shell Iniciativa Jovem mantém o mesmo formato, com um ciclo de formação que dura um ano. “O programa é voltado para jovens que tenham pelo menos o segundo grau completo e desejem tirar algum projeto de empreendedorismo do papel. Nós não damos apoio financeiro, mas também não cobramos nenhum tipo de taxa. O foco é capacitar e estimular os participantes”, afirma Filardi.

Todos os anos, o programa seleciona 80 jovens, que passam por dois módulos de capacitação, cada um com seis meses de duração. No primeiro, eles aprendem a elaborar um plano de negócios com a ajuda de consultores voluntários. “Já no segundo módulo, os alunos colocam em prática o projeto. Temos uma reunião por mês com eles, e nela orientamos sobre a melhor modalidade de empresa para o negócio (MEI, sociedade limitada, etc). Além disso, esclarecemos se é necessário o registro de marca ou patente e se a pessoa precisará buscar algum tipo de crédito ou financiamento”, esclarece o gerente do projeto.

Ao final do programa, todas as empresas são auditadas. Aquelas que passam por este crivo recebem um certificado de sustentabilidade social e econômica. “Nesses 13 anos, tivemos alguns projetos que se destacaram como a Coco Legal, que nasceu em 2005 e está no mercado até hoje vendendo água de coco 100% natural. Já a Urece é especializada em projetos para deficientes visuais e fechou uma parceria com a Fifa para realizar narração audiodescritiva em quatro estádios da Copa do Mundo” , finaliza Filardi.

Fonte: PrimaPagina
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