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Como fazer um mapa mental para sua apresentação?

Vocês já ouviram falar sobre uma técnica chamada “mapa mental”? O mapa mental tem sido cada vez mais utilizado e comentado aqui no Brasil.

15 ago 2018
06h00
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Olá, Speakers! Tudo bem?

Vocês já ouviram falar sobre uma técnica chamada “mapa mental”? Bastante popular entre os concurseiros – aqueles que estão se preparando para prestar algum tipo de concurso público –, o mapa mental tem sido cada vez mais utilizado e comentado aqui no Brasil.

Quando fazemos uma busca na web, encontramos vários sites e artigos ensinando como utilizar essa técnica nos estudos, com o intuito de organizar o conteúdo, de modo que fique mais fácil entendê-lo e, sobretudo, memorizá-lo.

Foto: Shutterstock

No entanto, também é possível utilizar o mapa mental em situações de exposição de fala, a fim de ordenar o raciocínio para uma comunicação mais eficaz. Na The Speaker, desenvolvemos um método autoral, adaptando o mapa mental para situações de fala. Vamos aprender mais sobre ele?

O que é a técnica do mapa mental?

Como eu disse ali em cima, o mapa mental tem sido utilizado para organizar informações escritas. Estudantes recorrem a essa técnica quando têm que se lembrar de um conteúdo extenso para provas ou outros tipos de avaliações.

No nosso caso, utilizamos o mapa mental como uma ferramenta para organizar o raciocínio. Ou seja: adaptamos essa técnica para situações de fala. Isso acontece porque o primeiro passo para uma boa comunicação é conseguir organizar o nosso próprio pensamento. Caso contrário, sem um raciocínio lógico bem definido, dificilmente os outros conseguirão entender o que estamos dizendo.

Nas apresentações em público, fica ainda mais evidente essa necessidade de organizar nosso pensamento (e, consequentemente, nossa fala). Afinal, na maioria das vezes, o comunicador precisa abordar um tema extenso de um modo compacto e, sobretudo, interessante.

Sendo assim, para organizar o raciocínio nas apresentações em público (e em outros tipos de situações que demandam exposição de fala), temos que fazer algo parecido ao que fazem os estudantes que se preparam para um exame: um ficheiro com informações relevantes.

O Mapa Mental é uma ferramenta que possibilita (e facilita) esse processo. Com ele, o comunicador consegue organizar informações e dados em um esquema fácil de lembrar.

Os concurseiros, por exemplo, costumam recorrer aos fichamentos. Eles organizam o que consideram essencial do assunto estudado, escrevendo informações relevantes e suas vertentes em fichas coloridas, fáceis de serem memorizadas. Para isso, definem palavras-chave para cada tópico, o que simplifica o processo de memorização.

Para nós, comunicadores. A técnica pode ser bastante parecida, como veremos a seguir.

Como fazer um mapa mental para a sua apresentação?

Como sempre faço questão de lembrar, parte fundamental de uma apresentação é a etapa prévia, quando o comunicador se dispõe a praticar a sua fala, revendo trechos, organizando sua exposição e se familiarizando com o próprio discurso. Bem, é nessa etapa de planejamento que o mapa mental é aplicado.

O primeiro passo para fazer o mapa mental é definir qual é o tema da sua apresentação. Em seguida, começamos a descrever esse assunto central em palavras-chaves, que podem ser facilmente memorizadas.

É interessante definir uma ou mais palavras-chave para cada tópico da sua apresentação. Assim, será mais fácil estruturar a exposição e memorizar o que você quer falar.

Com as palavras-chaves definidas, tente estabelecer relações entre um tema e outro, como uma árvore genealógica, por exemplo. Assim, você verifica se a sua apresentação está coesa e se não há repetição de uma mesma ideia excessivamente.

Procure uma forma de visualizar toda a informação que você deseja transmitir, relacionando as palavras-chaves a algo do seu cotidiano. Uma boa técnica é atribuir uma imagem mental a cada palavra-chave.

O último passo é praticar a sua exposição – já definida e estruturada – em voz alta até que você se sinta seguro.

Recorrer ao mapa mental – e ao uso de palavras-chaves – é uma forma de interiorizar o que você pretende dizer na sua apresentação. É importante lembrar, Speakers, que decorar a fala não é uma boa ideia, já que prejudica a espontaneidade da sua apresentação e pode aumentar o seu nervosismo.

Ler a sua fala durante uma apresentação também não é viável (aliás, é um dos erros mais graves de oratória). No entanto, você pode, sim, anotar em um papel as suas palavras-chaves. Por serem curtas, caso você precise recorrer a elas durante a apresentação, não perderá muito tempo olhando para suas anotações. Será apenas uma checagem rápida, que não interfere no seu contato visual com o público.

O mapa mental pode ser utilizado em diversas situações, tais como apresentações em público, discursos de formatura (ou qualquer outro tipo de discurso), defesa de TCCs, teses ou dissertações, vendas, apresentações de projetos para clientes e muito mais.

Aqui na The Speaker, nos nossos cursos de oratória, você aprenderá mais sobre essa técnica e como colocá-la em prática. Entre em contato com a gente!

Fonte:

www.thespeaker.com.br

The Speaker
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