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Taxas de juros mantêm viés de alta com primeiros passos do governo Bolsonaro

7 jan 2019
10h26
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Os juros futuros alternaram os sinais nos primeiros negócios desta segunda-feira, 7, mas depois passaram a exibir um viés de alta, se descolando da leve baixa predominante do dólar ante o real. No ambiente interno, os primeiros passos do governo de Jair Bolsonaro seguem no foco do investidor em semana de IPCA de dezembro e 2018 (sexta-feira, dia 11) e ata do Federal Reserve (quarta-feira, 9).

Na renda fixa, na sexta-feira, dia 4, os juros futuros terminaram com viés de alta em praticamente toda a curva a termo. Mesmo após o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, ter dito que seria "inaceitável" o aumento de impostos para compensar a ampliação de incentivos fiscais para o Norte e Nordeste, um decreto publicado no sábado para regulamentar a questão deixa brecha para que isso ocorra ainda neste ano.

No radar seguem ainda o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes, que participam da cerimônia de posse dos novos presidentes do Banco do Brasil, Rubem Novaes; do BNDES, Joaquim Levy; e da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, às 11 horas.

Nesta manhã, a Focus divulgou que economistas do mercado financeiro mantiveram a previsão para o IPCA - o índice oficial de preços - de 2018 e 2019. A mediana para o IPCA este ano seguiu com alta de 3,69%. A projeção para o IPCA em 2020 seguiu em 4,00%. No caso de 2021, a expectativa permaneceu em 3,75%. A mediana das previsões para a Selic este ano passou de 7,13% para 7,00% ao ano. Já a projeção para a Selic no fim de 2020 seguiu em 8,00%.

Às 10h03,o contrato de DI mais negociado, para janeiro de 2023, oscilava perto da estabilidade, com viés de alta em 8,43%, de 8,40% no ajuste de sexta-feira. No câmbio, o dólar à vista caía 0,23%, aos R$ 3,7095. O dólar futuro para fevereiro recuava 0,17%, aos R$ 3,7150.

Estadão
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