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S&P 500 e Dow voltam a bater recordes com ações de seguradoras de saúde e financeiras

11 jul 2019
17h24
atualizado às 18h46
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Os índices Dow Jones e S&P 500 fecharam em novas máximas recordes nesta quinta-feira, com ações de empresas de planos de saúde em alta depois de o governo de Donald Trump descartar um plano para controlar os preços de remédios.

 REUTERS/Brendan McDermid
REUTERS/Brendan McDermid
Foto: Reuters

A valorização de 5,5% nos papéis do UnitedHealth ajudou o Dow a fechar acima de 27 mil pontos pela primeira vez. Cigna disparou 9,2%.

A proposta exigiria que seguradoras de saúde repassassem bilhões de dólares em descontos que recebem das farmacêuticas para os pacientes do Medicare.

Por outro lado, fabricantes de medicamentos, como Merck e Pfizer, caíram após a notícia. O índice Nasdaq para biotecnologia caiu 1,5%. Os papéis da Merck cederam 4,5%, enquanto os da Pfizer cederam 2,5%. O índice S&P para o setor de saúde terminou estável.

O S&P 500 chegou a ser negociado acima dos 3 mil pontos pelo segundo pregão consecutivo, mas novamente não conseguiu fechar acima dessa marca, num indicativo de cautela dos investidores.

"O fato de (o S&P 500) não ter sido capaz de superar esse patamar e permanecer acima dele tem sido um grande fator psicológico negativo", disse Michael James, diretor geral de operações com ações da Wedbush Securities.

Mas o mercado obteve suporte de comentários do chair do Federal Reserve, Jerome Powell, que apoiaram expectativas dos investidores para um corte na taxa de juros.

No S&P 500, o setor financeiro avançou 0,6%, na esteira das altas dos rendimentos dos Treasuries.

O Dow Jones subiu 0,85%, para 27.088,08 pontos. O S&P 500 ganhou 0,23%, a 2.999,91 pontos. Mas o Nasdaq Composto teve baixa de 0,08%, para 8.196,04 pontos.

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