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Oposição diz que vai tentar suspender sessão da CCJ

Jandira Feghali, líder da minoria na Câmara, afirmou que os partidos estão entrando com um mandado de segurança para sustar a sessão

24 abr 2019
05h32
atualizado às 07h44
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BRASÍLIA - A líder da minoria na Câmara, Jandira Feghali (PCdoB-RJ), afirmou que a oposição vai tentar judicializar a sessão da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania(CCJ), realizada na última terça-feira, 23, que aprovou a admissibilidade da reforma da Previdência.

A líder da minoria, deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), interrompeu a sessão de votação da reforma da Previdência, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), para informar que conseguiu a assinatura de 1/5 dos parlamentares da Casa para requerimento que pede a suspensão da votação da proposta por 20 dias, em Brasília, nesta terça-feira, 23.   Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO
A líder da minoria, deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), interrompeu a sessão de votação da reforma da Previdência, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), para informar que conseguiu a assinatura de 1/5 dos parlamentares da Casa para requerimento que pede a suspensão da votação da proposta por 20 dias, em Brasília, nesta terça-feira, 23. Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO
Foto: DIDA SAMPAIO / Estadão Conteúdo

Logo após a votação, Jandira afirmou que os partidos que compõem a oposição estão entrando com um mandado de segurança para sustar a sessão. "Não é possível continuarmos debater uma matéria sem os dados que embasem", disse. "A batalha continua. Esse foi o primeiro ciclo", afirmou a deputada. A líder disse não acreditar que a matéria será votada na comissão especial ainda no primeiro semestre.

O líder da oposição na Câmara, Alessandro Molon (PSB-RJ), reforçou o discurso. "Vamos à Justiça e estamos aguardando. Esperamos que a votação seja considerada nula", afirmou.

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Estadão
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