0

Preços de petróleo avançam com sinais de melhora nas tensões comerciais EUA-China

9 out 2019
10h43
  • separator
  • 0
  • comentários

Os contratos futuros do petróleo avançavam nesta quarta-feira, após relatos da mídia de que a China está aberta a um acordo comercial parcial com os Estados Unidos, enquanto as tensões no Iraque e no Equador também apoiavam os preços.

REUTERS/Nick Oxford
REUTERS/Nick Oxford
Foto: Reuters

O petróleo Brent subia 0,92 dólar, ou 1,58%, a 59,16 dólares por barril, às 10:33 (horário de Brasília). O petróleo dos Estados Unidos avançava 0,86 dólar, ou 1,63%, a 53,49 dólares por barril.

Negociadores dos Estados Unidos e da China, as duas principais economias do mundo, vão se reunir em Washington na quinta-feira, no mais recente esforço para fechar um acordo com o objetivo de encerrar uma longa disputa comercial que desacelerou o crescimento global.

As tensões entre os dois lados aumentaram esta semana, depois que os Estados Unidos impuseram restrições de visto às autoridades da China e colocaram algumas das principais empresas chinesas em uma lista de sanções comerciais.

Ainda assim, a China continua aberta a um acordo comercial parcial, informou a Bloomberg na quarta-feira, citando uma autoridade com conhecimento direto das negociações.

O Financial Times também informou que a China está se oferecendo a aumentar as compras anuais de produtos agrícolas dos EUA, como parte dos esforços para garantir um acordo comercial provisório.

"Essas notícias vem em cima de relatórios anteriores de que as tropas turcas se moveram para o Iraque - algo que pode se somar a uma lista crescente de preocupações geopolíticas para o mercado de petróleo", disse Ole Hansen, estrategista de commodities do Saxo Bank.

Protestos contra o governo ameaçam a produção de petróleo no Equador e no Iraque, membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

Reuters Reuters - Esta publicação inclusive informação e dados são de propriedade intelectual de Reuters. Fica expresamente proibido seu uso ou de seu nome sem a prévia autorização de Reuters. Todos os direitos reservados.
  • separator
  • 0
  • comentários
publicidade