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Petróleo fecha em queda, pressionado por alta de estoques de derivados nos EUA

31 mai 2018
17h32
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O petróleo encerrou a sessão desta quinta-feira, 31, em queda, pressionado pelo aumento de estoques de derivados do óleo nos Estados Unidos e a incerteza em relação aos planos de produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril do petróleo WTI para julho fechou em queda de US$ 1,17 (-1,72%), a US$ 67,04. No mês, com base no contrato mais líquido, houve queda de 2,23%. Na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres, o barril do Brent para agosto caiu US$ 0,16 (-0,21%), a US$ 77,56. Já o contrato para julho, que vence hoje, avançou US$ 0,09, encerrando em US$ 77,59 (+0,12%). No mês, com base no contrato mais líquido, houve avanço de 3,84%. Os investidores de petróleo continuam monitorando as declarações de membros da Opep em busca de pistas sobre o futuro da produção de óleo do cartel e seus aliados. Em 22 de junho, o grupo volta a se reunir para tratar do tema. Por um lado, há o rumor que membros da Opep e aliados devem manter, na reunião de 22 de junho, o acordo de cortes da produção global, responsável pelo salto dos preços do barril desde 2016. Na contramão, na semana passada, o ministro de Energia da Rússia, Alexander Novak, e o presidente russo, Vladimir Putin, defenderam publicamente a discussão sobre o aumento da produção do grupo. Além disso, os investidores do óleo digeriram hoje a divulgação de dados de estoques nos Estados Unidos. Segundo o Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês), os estoques de petróleo caíram 3,62 milhões de barris na semana passada, bem acima que a queda prevista de 300 mil barris, segundo estimativa de analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires. Mas a abertura do indicador preocupou o mercado. Tanto os estoques de gasolina quanto os de destilados subiram - 534 mil barris e 634 mil barris, respectivamente -, quando se esperava uma redução.

Estadão
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