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Pequim pede a empresas dos EUA na China que pressionem Washington sobre guerra comercial

12 jul 2018
08h28
atualizado às 09h22
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A China afirmou nesta quinta-feira que as empresas que operam no país vão sofrer em uma guerra comercial, pedindo às companhias norte-americanas que pressionem seu governo para proteger seus interesses, afirmando que não há negociações em andamento para encerrar o impasse.

Porta-voz do Ministério do Comércio chinês, Gao Feng, durante coletiva de imprensa em Pequim 06/04/2018 REUTERS/Thomas Peter
Porta-voz do Ministério do Comércio chinês, Gao Feng, durante coletiva de imprensa em Pequim 06/04/2018 REUTERS/Thomas Peter
Foto: Reuters

Nesta quinta-feira, a Coreia do Sul alertou que suas exportações de componentes de alta tecnologia podem ser afetadas com a intensificação da disputa comercial entre Estados Unidos e China, Pequim reduziu sua projeção de importação de soja e o iuan caiu devido às preocupações com as consequências do conflito.

"Esperamos que as empresas dos EUA possam fazer mais para pressionar o governo dos EUA, e trabalhem duro para defender seus próprios interesses", disse o porta-voz do Ministério do Comércio chinês, Gao Feng.

Gao afirmou que não há negociações entre os dois lados atualmente, acrescentando que "a precondição para negociações é confiança. Pelo que sei, ambos os lados não estão em contato sobre retomar as negociações".

Na quarta-feira, Pequim disse que vai responder depois que o governo norte-americano levantou o tom em sua disputa comercial, ameaçando com tarifas de 10 por cento sobre 200 bilhões de dólares em produtos chineses, depois de um rodada de tarifas ter entrado em vigor na sexta-feira.[nL1N1U7083]

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