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"É a que podemos aprovar", diz Bolsonaro sobre Previdência

Presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) afirmou que molde da reforma não é o ideal, mas gostaria que ela fosse aprovada ainda neste ano

6 nov 2018
13h47
atualizado às 15h32
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O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), afirmou nesta terça-feira, 6, a jornalistas que a reforma da Previdência "não é a que queremos, mas é a que podemos aprovar". Ele foi abordado na porta do Ministério da Defesa, onde vai almoçar, após participar de cerimônia em comemoração aos 30 anos da Constituição de 1988 no Congresso.

Bolsonaro disse ainda que conversará nesta quarta-feira, 7, com o presidente Michel Temer sobre Previdência. "Talvez haja oportunidade (de votar). Gostaríamos que saísse alguma coisa. É aquilo que podemos aprovar na Câmara e no Senado".

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), afirmou nesta terça-feira, 6, a jornalistas que a reforma da Previdência "não é a que queremos, mas é a que podemos aprovar"
O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), afirmou nesta terça-feira, 6, a jornalistas que a reforma da Previdência "não é a que queremos, mas é a que podemos aprovar"
Foto: Senado Federal / VisualHunt.com / CCBY

Mais cedo, perguntado sobre a possibilidade de aprovar ainda em 2018 a proposta de reforma da Previdência, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), afirmou que a matéria deveria ser encaminhada pelo governo eleito e que não sabia se seria possível votá-la ainda neste ano.

Ele lembrou de alguns empecilhos para que o tema seja votado, como a intervenção federal no Rio de Janeiro - que impede a votação de qualquer emenda à Constituição durante sua vigência. "Vamos tocar as matérias que estão no Congresso Nacional", disse sobre os próximos meses.

Jair Bolsonaro evitou citar novos nomes de titulares para ministérios e disse que a definição deles sai até o fim do mês. "O que não podemos é anunciar alguém e depois dizer que mudou", disse. Sobre o senador Magno Malta (PR-ES), que não foi reeleito, mas está cotado para integrar o governo do novo presidente, respondeu que decidiu não ser o vice, mas o apoio dele é imprescindível. "Não podemos prescindir do apoio dele".

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Estadão

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