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Ministro de Minas e Energia diz que irá para o MDB, pede continuidade de agenda

21 mar 2018
10h00
atualizado às 11h09
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O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, atualmente sem partido, disse nesta quarta-feira que deve se filiar ao MDB "nos próximos dias".

Ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, durante coletiva de imprensa no Rio de Janeiro 27/10/2017 REUTERS/Pilar Olivares
Ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, durante coletiva de imprensa no Rio de Janeiro 27/10/2017 REUTERS/Pilar Olivares
Foto: Reuters

O ministro, que vai deixar o cargo em abril para disputar as eleições deste ano, disse ainda que o mais importante na sua sucessão é garantir a continuidade da agenda de trabalhos da pasta, principalmente em questões como a desestatização da Eletrobras e a cessão onerosa no pré-sal.

"O intuito é fazer uma indicação não de nome, mas que possa manter a agenda de trabalho do ministério", disse o ministro a jornalistas, ao chegar a evento na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em Brasília (DF).

O ministro admitiu preocupação com a protelação que a oposição tem conseguido impor na comissão especial da Câmara que trata da privatização da Eletrobras, mas disse que segue apostando no cumprimento do calendário.

"Lógico que preocupa, porque a gente tem um cronograma. Agora, evidentemente, nós já esperávamos toda essa resistência", disse.

Sobre a previsão do relator no projeto na Câmara, José Carlos Aleluia (DEM-BA), de votar o texto na comissão até 24 de abril, o ministro disse que trabalha com esse mesmo prazo.

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