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Klabin dobra lucro líquido no 3º tri ante 3º tri de 2018, para R$ 207 milhões

28 out 2019
11h05
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Com destaque para sua flexibilidade operacional diante da contínua deterioração nos preços da celulose, a Klabin reportou lucro líquido de R$ 207 milhões no terceiro trimestre, resultado 104% superior ao informado um ano antes. A performance também representa uma expansão de 187% em relação ao segundo trimestre deste ano.

Em comentários no informe de resultados a companhia destaca que foi mais um período desafiador tanto no cenário interno quanto no exterior. "No Brasil, a atividade econômica tem mostrado ritmo ainda lento de recuperação, enquanto no cenário internacional os preços de celulose continuaram pressionados", observa a empresa.

Já o Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado da companhia R$ 1,396 bilhão do período representa avanço de 12% ante um ano antes e de 46% em relação ao apresentado no segundo trimestre. A margem Ebitda ajustada, por sua vez, saltou de 37% em junho para 56% ao final de setembro. Em setembro do 2018, a margem Ebitda estava em 44%.

Com menor volume de vendas e queda de preços nos mercados de celulose e kraftliner, a receita líquida da companhia atingiu R$ 2,478 bilhões no terceiro trimestre, 12% abaixo do registrado um ano antes, além de 5% inferior a do segundo trimestre.

Apesar do cenário desafiador, que afetou especialmente os resultados da Unidade de celulose, a companhia afirma ter sido capaz de mitigar esses impactos por meio dos resultados obtidos nas principais linhas de negócios de papéis e embalagens.

"Nesse contexto, vale citar o aumento de 25% no volume de vendas de papel cartão em relação ao mesmo período do ano anterior, impulsionado pelo bom desempenho no mercado externo", afirma a Klabin em comentários sobre o desempenho do período.

Entre julho e setembro a empresa registrou resultado financeiro, excluídas as variações cambiais, negativo em R$ 240 milhões, próximo do resultado negativo de R$ 248 milhões de um ano antes, mas inferior ao resultado negativo de R$ 550 milhões do segundo trimestre.

Estadão
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