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Ibovespa opera em alta com Guedes no radar de investidores e alta de NY

23 jan 2019
11h43
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O Ibovespa renovou máximas após a abertura da sessão de negócios, chegando bem perto de retomar o nível dos 96 mil pontos perdidos na sessão de negócios da véspera. Após dois dias de queda, chegando a perder o nível dos 94 mil pontos durante o dia anterior, o principal índice do mercado acionário local volta a se recuperar e, às 11h07 desta quarta-feira, 23, operava em alta de 0,54%, aos 95.612,44 pontos.

De acordo com um operador, o fôlego é amparado pela melhora dos índices futuros em Nova York e ainda compromissos que foram assumidos pelo governo durante o Fórum Econômico Mundial com a agenda liberal, que engloba principalmente a reforma da Previdência. Os investidores seguem atentos à entrevista coletiva que o ministro da Economia, Paulo Guedes, concederá no início da tarde desta quarta.

Mais cedo, à TV Bloomberg, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que a proposta da Previdência que o governo vai enviar ao Congresso trará cortes "substanciais" nos gastos. Bolsonaro disse também que os planos para vender um "grande número de empresas estatais" estão quase prontos.

O Ibovespa também é influenciado pelo bom-humor no exterior, onde os índices futuros de Nova York estão em alta desde cedo enquanto as bolsas europeias mostram sinais mistos - ainda que dúvidas sobre o vaivém das negociações comerciais entre Estados Unidos e China permeiem as decisões de negócios. Por outro lado, há relatos de que o governo chinês planeja aumentar os estímulos fiscais este ano.

No campo corporativo, a Petrobras informou que o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) proferiu, na terça, por maioria, decisão desfavorável em relação a processo administrativo fiscal que aborda a cobrança do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

O processo é referente ao exercício de 2012 e se refere ao lucro auferido por empresas controladas e coligadas no exterior, no valor aproximado de R$ 1,7 bilhão. No contraponto à notícia negativa, o preço do petróleo se recupera no exterior, subindo em torno de 1%, ao passo que o minério de ferro recuou 0,40% no porto de Qingdao, na China.

Estadão
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