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GE Aerospace vê persistência de restrições na cadeia de suprimentos em 2025

19 jun 2024 - 11h57
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Um executivo da GE Aerospace disse nesta quarta-feira que o setor de aviação global ainda deve enfrentar restrições na cadeia de suprimentos no próximo ano, apesar da desaceleração da produção da Boeing.

Russel Stokes, chefe de motores e serviços comerciais da GE Aerospace, disse que, embora a empresa esteja alinhada com as taxas de produção da Boeing para este ano, está trabalhando com os fornecedores para acompanhar um aumento na produção nos próximos anos.

"Estou confiante de que, com o tempo, as coisas vão melhorar", disse ele. "Mas... ainda é um ambiente desafiador para este ano e provavelmente para o próximo ano."

A GE Aerospace coproduz o motor dos jatos de corredor único da Boeing e da Airbus com a francesa Safran por meio de sua joint venture CFM, que é a única fornecedora da família de jatos 737 MAX da Boeing.

A produção de jatos da Boeing tem diminuído drasticamente com o aumento do escrutínio regulatório nos Estados Unidos desde janeiro, quando um plugue de porta se soltou em pleno ar em um avião da Alaska Airlines.

A desaceleração pode ajudar uma cadeia de suprimentos sobrecarregada a acompanhar a demanda, mas também há o risco de piorar ainda mais a situação.

O presidente-executivo da GE Aerospace, Larry Culp, tem atribuído os desafios contínuos da cadeia de suprimentos à pandemia, que levou a uma queda na demanda por viagens aéreas, forçando o setor de aviação a demitir milhares de trabalhadores.

Os problemas têm prejudicado globalmente o setor. Eles não apenas dificultaram o aumento da produção de jatos, mas também elevaram o tempo de resposta nas oficinas de reparo de motores.

Alguns presidentes-executivos de companhias aéreas têm classificado os atrasos nos reparos de motores como uma grande restrição para o setor.

A GE Aerospace, que se tornou uma empresa independente neste ano, tem uma participação dominante no mercado de motores para jatos de corredor único e desfruta de uma forte posição em jatos de fuselagem larga. Mais de 70% de sua receita de motores comerciais provém de peças e serviços.

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