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Auxílio-taxista: 301 mil motoristas já foram cadastrados

Motoristas de táxi aprovados na primeira etapa receberão as duas primeiras parcelas de até R$ 1 mil reais dia 16; profissionais cadastrados na segunda etapa recebem dia 30

3 ago 2022 - 18h10
(atualizado às 18h39)
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O Ministério do Trabalho e Previdência divulgou que, até terça-feira, foram cadastrados 301.505 motoristas para receber, até o final do ano, o auxílio-taxista. Até o momento, 3.119 municípios enviaram informações referentes aos taxistas em situação regular.

O ministério pondera que só o envio das informações não é a garantia do pagamento do benefício e que os dados serão analisados pela Dataprev para identificação dos profissionais elegíveis.

Foto: fdr
Motoristas de táxi aprovados na primeira etapa receberão as duas primeiras parcelas de até R$ 1 mil reais dia 16.

Os motoristas cadastrados e aprovados nessa primeira etapa (o prazo de envio pelas prefeituras terminava nesta terça-feira, 2) receberão as duas primeiras parcelas, de até R$ 1 mil cada, no dia 16 de agosto. O número de parcelas e o valor poderão ser ajustados a depender do número de trabalhadores aprovados e do limite de recursos para o programa, que é de R$ 2 bilhões.

Nesta quarta, 3, e quinta-feira, 4, o sistema ficará fechado para a análise e o cruzamento dos dados pela Dataprev. A partir de sexta-feira, 5, os municípios poderão voltar a cadastrar os motoristas. Os profissionais que forem cadastrados na segunda etapa e forem elegíveis receberão as duas parcelas no dia 30 de agosto.

Pagamento

O benefício será depositado em conta digital por CPF do motorista de maneira automática pela Caixa. Não há necessidade de cadastro ou de envio de dados de conta para o depósito.

Terão direito ao benefício os motoristas de táxi que tenham permissões ou concessões (alvarás) com cadastro nas prefeituras ou Distrito Federal e que, entre outras exigências, tenham Carteira Nacional de Habilitação válida. A data limite para envio dos cadastros será 11 de setembro.

O auxílio-taxista foi instituído pela PEC Kamikaze, que decretou estado de emergência no País e elevou as despesas do governo em R$ 41,25 bilhões fora do teto de gastos - e é visto como uma das apostas do governo para aumentar a popularidade do presidente Jair Bolsonaro, candidato à reeleição.

 

    Estadão
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