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Braskem estima custo adicional de R$3 bi com afundamento de solo em Alagoas

26 nov 2020
09h46
atualizado às 13h39
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A Braskem estimou em 3 bilhões de reais custos e despesas adicionais para a implementação de medidas definidas pela Agência Nacional de Mineração (ANM) para fechamento de minas instáveis de extração de sal em Maceió (AL).

Dano relacionado à atividade de extração de sal da Braskem em Maceió, AL, Brasil. 28/01/2020. REUTERS/Amanda Perobelli
Dano relacionado à atividade de extração de sal da Braskem em Maceió, AL, Brasil. 28/01/2020. REUTERS/Amanda Perobelli
Foto: Reuters

A petroquímica afirmou em fato relevante que as medidas cobradas pela ANM incluem fechamento de minas e preenchimento com material sólido de determinados poços adicionais de extração de sal.

As ações da empresa recuavam 1,75% às 13h26 (horário de Brasília), enquanto o Ibovespa tinha recuo de 0,4%.

No balanço financeiro do terceiro trimestre, a Braskem havia informado provisões de cerca de 8 bilhões de reais relacionado ao afundamento de solo que autoridades atribuem à atividade de mineração da Braskem realizada abaixo de Maceió e que forçou a realocação de milhares de moradores. Isso significa que as despesas relacionadas ao fenômeno somam agora cerca de 11 bilhões de reais ou 70% da receita líquida da empresa entre julho e o fim de setembro.

A Braskem afirmou nesta quinta-feira que os novos custos vão incorrer ao longo de três anos e que a empresa não descarta novas provisões relacionadas aos problemas em Maceió.

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