PUBLICIDADE

Bolsonaro diz que Petrobras pode colaborar em prospecção de petróleo e gás no Suriname

Em reunião com o líder surinamês, presidente conversou sobre um possível acordo de cooperação econômica, especialmente no setor de petróleo e gás; Bolsonaro segue agora para a Guiana

20 jan 2022 19h35
ver comentários
Publicidade

BRASÍLIA - Em sua primeira viagem internacional neste ano, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira, 20, que o Brasil pode cooperar com o Suriname na prospecção de petróleo e gás, por meio da Petrobras. Bolsonaro se reuniu hoje com o presidente surinamês, Chandrikapersad Santokhi, na sede do governo local. Antes de retornar ao País, ele seguirá, nesta sexta-feira, 21, para a Guiana.

"Temos a oferecer ao país nossa expertise na prospecção de petróleo, e para isso trouxemos o nosso ministro das Minas e Energia [Bento Albuquerque]. Eu cumprimento e agradeço o que conversamos, há pouco, na possível prioridade para que o País, através da Petrobras, venha aqui colaborar na prospecção de petróleo e gás", declarou Bolsonaro, em um pronunciamento após encontro com o homólogo surinamês. Em meio ao aumento dos casos de covid-19 no mundo, devido ao espalhamento da variante Ômicron, nenhum dos dois usava máscara.

Recentemente, foram descobertas reservas de hidrocarbonetos tanto no Suriname quanto na Guiana. As reuniões de Bolsonaro com as autoridades dos dois países têm como foco a cooperação econômica, especialmente no setor de petróleo e gás. "Temos muito o que oferecer um ao outro, bem como cooperar. Esse é o nosso sentimento, esse é o motivo da minha vinda aqui", afirmou o presidente.

Bolsonaro chegou hoje ao Aeroporto Internacional de Paramaribo-Zanderij, na capital do Suriname, por volta das 12h30 (pelo horário de Brasília). Ao desembarcar, o chefe do Executivo brasileiro usava máscara. Posteriormente, antes de entrar no Palácio Presidencial do país vizinho, posou para uma foto, desta vez já sem máscara, ao lado de Santokhi. O surinamês, também sem máscara, tentou cumprimentar Bolsonaro com o cotovelo, mas o presidente fez questão de apertar a mão do líder estrangeiro.

Além do ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, também viajaram junto com o presidente o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, o chefe da pasta da Justiça, Anderson Torres, e o chanceler brasileiro, Carlos França.

Estadão
Publicidade
Publicidade