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B3 muda guidance; alavancagem cai de 1,5x para 1x em 2019 e deve ser 1,5x em 2020

13 dez 2019
08h05
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A B3 anuncia algumas projeções para 2020 e revisão de determinadas linhas referentes a 2019. A alteração está relacionada à projeção de alavancagem financeira e de captura de sinergias este ano. Anteriormente, o guidance para o final de 2019, de até 1,5 vez a dívida total sobre Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) recorrente dos últimos 12 meses, caiu para 1,0 vez. O motivo é a decisão de adiar temporariamente o refinanciamento das debêntures de R$ 1,5 bilhão emitidas em 2016 com vencimento em dezembro de 2019. Para o final de 2020, a meta é de 1,5 vez.

A previsão é de captura de sinergias de despesas resultantes da combinação de negócios entre a BM&FBovespa e a Cetip de R$ 110 milhões por ano a partir do ano que vem, patamar que no guidance anterior estava estipulado para a partir de 2021. Também no documento apresentado em agosto, a companhia informava que de 2018 a 2020 esperava capturar R$ 100 milhões por ano nessa linha. Já no informe desta sexta-feira, 13, afirma que nos anos de 2018 e 2019 capturou R$ 100 milhões por ano em sinergias.

A B3 informa ainda a manutenção de projeção relacionada à distribuição do lucro líquido aos acionistas para 2019 e diz que tem como alvo para 2019 e 2020 distribuir de 120% a 150% do seu lucro líquido societário aos seus acionistas.

Investimentos

A B3 pretende elevar investimentos em 2020, para uma faixa entre R$ 300 milhões e R$ 330 milhões, ante intervalo de R$ 250 milhões e R$ 280 milhões na projeção para 2019.

A previsão para despesas ajustadas no ano que vem é de R$ 1,125 bilhão e R$ 1,175 bilhão, enquanto a faixa de R$ 1,060 bilhão e R$ 1,110 bilhão foi reafirmada para 2019.

Por sua vez, o guidance para depreciação e amortização (incluindo amortização de intangíveis e mais valia) é de R$ 1,030 bilhão a R$ 1,080 bilhão em 2020, e mantém-se entre R$ 1 bilhão e R$ 1,050 bilhão em 2019.

A meta para despesas atreladas ao faturamento é de R$ 105 milhões e R$ 125 milhões no ano que vem, menor que a faixa de R$ 245 milhões a R$ 265 milhões deste ano (mantida).

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Estadão
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