PUBLICIDADE

Ações europeias aprofundam queda por temores de inflação

18 mai 2022 13h44
ver comentários
Publicidade

As ações europeias caíram nesta quarta-feira, lideradas por papéis de tecnologia, conforme preocupações com a inflação e o aperto da política monetária diminuíram o otimismo em torno da recuperação econômica da China, enquanto as ações do UniCredit e do Commerzbank subiram.

O índice pan-europeu STOXX 600 fechou em queda de 1,14%, a 433,95 pontos, depois de subir pouco mais de 3% desde sexta-feira.

Nomes de tecnologia cederam 2,7%, enquanto uma baixa nos preços do cobre pesou sobre ações de materiais básicos.

A inflação na zona do euro bateu um recorde de 7,4% em abril, impulsionada pelo salto dos custos de combustível e alimentos, disse a agência de estatísticas da União Europeia, depois de informar estimativa preliminar de 7,5%.

A melhora no otimismo na terça-feira, depois que uma queda nos casos de Covid-19 na China gerou esperanças de mais atividade econômica, teve vida curta.

O STOXX 600, que teve ganhos marcantes apenas em março deste ano, está a caminho de encerrar maio em baixa. Mas com uma queda de 11% no acumulado do ano, o índice ainda tem desempenho melhor do que o S&P 500 e o índice global da MSCI, que têm queda superior a 14% no mesmo período.

O alemão Commerzbank AG avançou 3,1% e o italiano UniCredit SpA ganhou 2% após um relatório falar de negociações de fusão programadas antes que o possível acordo fosse arquivado por causa da guerra na Ucrânia.

Em LONDRES, o índice Financial Times recuou 1,07%, a 7.438,09 pontos.

Em FRANKFURT, o índice DAX caiu 1,26%, a 14.007,76 pontos.

Em PARIS, o índice CAC-40 perdeu 1,20%, a 6.352,94 pontos.

Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 0,89%, a 24.085,82 pontos.

Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou alta de 0,01%, a 8.476,40 pontos

Em LISBOA, o índice PSI20 desvalorizou-se 0,09%, a 5.828,56 pontos.

Reuters Reuters - Esta publicação inclusive informação e dados são de propriedade intelectual de Reuters. Fica expresamente proibido seu uso ou de seu nome sem a prévia autorização de Reuters. Todos os direitos reservados.
Publicidade
Publicidade