PUBLICIDADE

Ações de energias renováveis e maquinário impulsionam mercado chinês após afrouxamento monetário

24 jan 2022 07h53
ver comentários
Publicidade

As ações da China fecharam em alta nesta segunda-feira, lideradas por papéis de energias renováveis e maquinário, depois que o banco central do país cortou uma série de taxas de juros de curto e médio prazos para impulsionar o crescimento econômico.

Telão em Xangai mostra flutuação dos mercados acionários
09/11/2020
REUTERS/Aly Song
Telão em Xangai mostra flutuação dos mercados acionários 09/11/2020 REUTERS/Aly Song
Foto: Reuters

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,2%, enquanto o índice de Xangai teve ganho de 0,04%.

O banco central da China reduziu o custo de financiamento de recompras reversas de 14 dias ao injetar 150 bilhões de iuanes (23,68 bilhões de dólares) no sistema bancário, visando "manter uma liquidez constante antes do Ano Novo Lunar".

Operadores disseram que o corte era esperado, pois veio após uma série de importantes reduções de taxas de empréstimo de curto e médio prazos na semana passada.

As ações de novas energias subiram 2,7%, com a indústria fotovoltaica e de veículos movidos por energias renováveis avançando 3,2% e 2,1%, respectivamente.

. Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 0,24%, a 27.588 pontos.

. Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 1,24%, a 24.656 pontos.

. Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 0,04%, a 3.524 pontos.

. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 0,16%, a 4.786 pontos.

. Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 1,49%, a 2.792 pontos.

. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 0,50%, a 17.989 pontos.

. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 0,35%, a 3.283 pontos.

. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 recuou 0,51%, a 7.139 pontos.

Reuters Reuters - Esta publicação inclusive informação e dados são de propriedade intelectual de Reuters. Fica expresamente proibido seu uso ou de seu nome sem a prévia autorização de Reuters. Todos os direitos reservados.
Publicidade
Publicidade