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A música perde Oswaldinho do Acordeon, mestre da sanfona, aos 72 anos

Músicos e cantores da MPB lamentaram a perda do instrumentista fluminense, que tinha 72 anos.

26 out 2026 - 13h11
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Resumo
O mestre da sanfona Oswaldinho do Acordeon faleceu neste domingo aos 72 anos, gerando comoção na MPB. Nascido no Rio de Janeiro e filho do sanfoneiro Pedro Sertanejo, o músico conviveu com ícones como Luiz Gonzaga e Dominguinhos. Reconhecido por sua versatilidade e discografia marcante desde os anos 1970, ele inovou a música instrumental brasileira ao fundir com maestria o forró tradicional a gêneros como rock, jazz, blues e música erudita. A causa da morte não foi divulgada.
A música perde Oswaldinho do Acordeon, mestre da sanfona, aos 72 anos
A música perde Oswaldinho do Acordeon, mestre da sanfona, aos 72 anos
Foto: The Music Journal

A música instrumental do Brasil se despede de Oswaldinho do Acordeon. O falecimento do artista aos 72 anos aconteceu neste domingo (25) e teve confirmação divulgada por pessoas próximas nas redes sociais. A causa da morte não foi informada publicamente até a publicação dos comunicados.

Diversas personalidades da MPB lamentaram a perda do instrumentista. O cantor Chico César declarou: "Adeus, mestre Oswaldinho do Acordeon.

A cantora Elba Ramalho também prestou homenagem ao colega: "Hoje a saudade fala mais alto, mas sua sanfona continuará tocando dentro de nós. Que Deus conforte o coração de todos que o amavam.

O guitarrista Nelson Faria foi outro nome a reverenciar sua relevância: "Hoje se foi um dos maiores sanfoneiros que esse país já conheceu.

Natural de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, onde nasceu em 5 de junho de 1954, o músico iniciou suas atividades aos 9 anos em uma gravação do pai, o sanfoneiro baiano Pedro Sertanejo. Durante a juventude, manteve convivência próxima com mestres como Luiz Gonzaga, Dominguinhos e Sivuca, firmando-se como compositor, intérprete e instrumentista.

Reconhecido pela capacidade de aproximar o forró tradicional de vertentes como rock, blues, jazz e música erudita, o sanfoneiro construiu uma discografia expressiva na década de 1970. Entre os trabalhos lançados no período estão Fantástico Oswaldo Silva (1973), Só quero um xodó (1974), Oswaldinho (1975), Forró pop (1977), Lágrimas de namorados (1978) e Natureza (1979).

The Music Journal The Music Journal Brazil
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