Marina Sena entrega pop performático em show para multidão na Virada Cultural
Com seu show de Coisas Naturais, Marina Sena mostrou que é o maior nome do pop contemporâneo
Uma multidão ainda se encaminhava ao Vale do Anhangabaú nos minutos que antecederam o show de Marina Sena no segundo dia da Virada Cultural, neste domingo, 24. A apresentação estava marcada para as 17h.
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O tempo foi passando, e uma chuva forte caiu sobre o local enquanto o extenso público aguardava a cantora subir ao palco. Por volta das 17h20, Marina surgiu para apresentar o repertório da turnê de Coisas Naturais (2025), seu terceiro disco solo — eleito o melhor álbum nacional de 2025 pela Rolling Stone Brasil —, carregada de simbologias e com uma maquiagem que evocava Ney Matogrosso nos tempos de Secos & Molhados.
No primeiro momento do show, iniciado com "Meu Domínio", a artista mineira se mantém em sua personagem mística. A partir daí, apresenta as canções de Coisas Naturais, carregadas de brasilidade, batuques e referências latinas, com a sensual "Numa Ilha" e a poética faixa-título do álbum. Coincidentemente, a chuva se dispersou ainda durante as primeiras músicas.
Além disso, Marina Sena também abriu espaço para canções do início de sua carreira solo, passando por faixas como "Me Toca", "Pelejei" e, claro, o sucesso "Por Supuesto", que ganharam arranjos mais voltados a esse pop abrasileirado.
Vício Inerente (2023) também ganhou atenção no repertório, com versões de "Que Tal", "Dano Sarrada" e "Pra Ficar Comigo".
Não foi à toa que uma multidão compareceu ao show de Marina Sena em uma das apresentações mais procuradas da edição de 2026 da Virada Cultural. Na tarde deste domingo, o que vimos foi uma artista em pleno auge — e sem qualquer sinal de desaceleração.
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