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Bob Dylan diz que processo de abuso sexual movido contra ele é "extorsão descarada"  

10 jan 2022 11h53
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O cantor e compositor Bob Dylan, através de seus advogados, descreveu o processo que está em curso contra ele por abuso sexual como uma "extorsão descarada".

Na ação movida em agosto de 2021 por uma mulher identificada apenas como J.C., diz que a mesma tinha 12 anos quando o músico norte-americano deu a ela drogas e álcool antes de abusar sexualmente dela "várias vezes" no Chelsea Hotel em Nova York (EUA) entre os meses de abril e maio de 1965. Contudo, Dylan negou todas as acusações da reclamante por meio de um porta-voz na época.

Foto: Reprodução | Instagram | @bobdylan / The Music Journal

Na última semana, J.C. entrou com uma versão atualizada da ação legal na qual ela estendeu o prazo para a "primavera" de 1965 e os advogados de Dylan responderam em documentos legais na

última quinta-feira (6). O Page Six infoormou que os advogados chamaram o caso de "denúncia descarada" apresentada "com o propósito impróprio de extrair um grande pagamento pela ameaça

de publicidade negativa".

Além disso, o corpo jurídico de Bob Dylan insistiu que as alegações são "ridículas", "cronológicamente impossíveis" e "uma tentativa perniciosa de extorquir Dylan" e afirmaram que a história era "fantástica e fictícia", compensada para ganhos financeiros. Os advogados disseram que e o cantor "vai se defender vigorosamente contra essas mentiras dirigidas por advogados e buscar reparação contra todos os responsáveis, inclusive buscando sanções contra os responsáveis pela fabricação (das reclamações) e trazendo este processo abusivo".

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