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Warner Bros. nega saída de Gadot do filme 'Mulher-Maravilha'

Segundo portal americano, atriz teria se negado a viver a heroína no cinema caso o diretor Brett Ratner, acusado de assédio sexual, continue na obra

13 nov 2017
14h18
atualizado às 16h35
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Gal Gadot fora da continuação do filme "Mulher-Maravilha"? Não é o que afirma a Warner Bros. A produtora americana garantiu ao site "Page Six", autor da reportagem que veiculou sua recusa em dar continuidade à icônica heroína caso o diretor Brett Ratner continue na produção, que a informação não é oficial. "Falso", se limitou a dizer a Warner ao ser procurada pelo veículo.

Em meio às polêmicas envolvendo personalidades de Hollywood como Kevin Spacey, protagonista da série "House of Cards" acusado de abuso sexual, a artista israelense se posicionou contra a permanência de Brett Ratner, acusado por seis atrizes de as ter assediado sexualmente, na produção da sequência de "Mulher-Maravilha". Segundo uma fonte da Warner, a condição da atriz é que a produtora pague o diretor para não ficar presa aos contratos e filme possa seguir sem ele. "Brett fez muito dinheiro com o sucesso da 'Mulher-Maravilha', graças a sua empresa ter ajudado a financiar o primeiro filme. Agora, Gadot está dizendo que não vai assinar para a sequela, a menos que a Warner Bros. pague a Brett (de seu acordo de financiamento) e se livre dele", afirmou a fonte da "Page Six".

A fonte ainda informa que Gal Gadot usa argumentos em prol da questão das mulheres para justificar sua saída caso o diretor continue na equipe de "Mulher Maravilha". "Ela é dura e está de acordo com seus princípios. Ela sabe que a melhor maneira de bater pessoas como Brett Ratner é na carteira. Ela também sabe que a Warner Bros. tem que acompanhar essa questão à medida que ela se desenvolve. Eles não podem ter um filme enraizado no empoderamento das mulheres sendo co-financiado por um homem acusado de má conduta sexual contra as mulheres", declarou a fonte.

Recentemente, Gal Gadot se pronunciou sobre os casos de bullying e assédio sexual que têm abalado o mundo das celebridades internacionais. "Bullying e assédio sexual são inaceitáveis! Estou aqui por todas as corajosas mulheres que estão confrontando seus medos e falando. Juntas estamos. Nós estamos todas unidas neste tempo de mudança", publicou a artista.

PurePeople

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