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Diego Montez define personagem em 'Bom Sucesso': 'William tem humor ácido'

Diego Montez estreia na Globo na novela 'Bom Sucesso', próxima trama das sete. 'O William é dono de humor ácido', define ao Purepeople, apontando o diretor de marketing da história como um marco de sua carreira. 'É o primeiro personagem adulto que faço', completa empolgado. Caçula de Wagner Montes, Diego diz não ter sido reconhecido na emissora carioca: 'Muita gente não sabia de quem eu era filho'

16 jul 2019
15h51
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Diego Montez só tem motivo para comemorar. O ator estreia na Globo na novela "Bom Sucesso", próxima trama das sete, com o seu primeiro personagem adulto. "O William é uma transformação na minha carreira. É o primeiro personagem adulto que faço. E também está sendo muito interessante descobrir como as pessoas vão aceitar. O meu público normalmente é infanto-juvenil. Estou muito empolgado para desbravar esse lugar novo", relata ao Purepeople. A trama principal da sucessora de "Verão 90" gira em torno da costureira Paloma (Isabella Scherer/Grazi Massafera), mãe de três filhos e diagnosticada de forma errada com uma doença terminal.

'William tem um humor ácido', antecipa Diego Montez

Na história de Rosane Svartman e Paulo Halm, que marca ainda a estreia de Rafael Infante na teledramaturgia, Diego dá vida ao diretor de Marketing William, dono de uma linha "sincerão". "Ele tem um humor muito parecido com o meu. É uma coisa que eu sempre levo para os meus personagens. O William é dono de humor ácido e é muito fácil de relacionar ele comigo, não que eu seja tão malvadinho. O William é mais de pegar no saco das pessoas", pondera. Para o seu primeiro papel na emissora carioca, o ator precisou passar por um workshop. "Estamos nos preparando desde abril. O William que criei é a junção de vários Willians que eu conheço da vida real, além da referência que o Felipe (Cabral, um dos colaborares) me passou. É um personagem que tem um pouco de cada pessoa que conheço com algumas interpretações que admiro. Só que é mais baseado na realidade", explica.

Filho de Sonia Lima e Wagner Montes não foi reconhecido na Globo

Com seis trabalhos na TV no currículo, incluindo as versões brasileiras de "Rebelde" (Record, 2012) e "Cúmplices de um Resgate" (SBT, 2015 e atualmente em reprise), e passagens pelo teatro, tendo sido tietado por Susana Vieira na montagem de "Barbaridade", Diego festeja a forma como foi recebido na nova casa. "Está sendo uma experiência incrível. Fui muito bem recebido que parece que trabalho na Globo há uns 10 anos. É um elenco que eu chamo de professores porque aprendo muito olhando para eles. É uma experiência de aprendizado, acima de tudo", exalta. Aos risos, o filho de Sonia Lima e Wagner Montes conta não ter sido saudado com o tema de abertura do "Show de Calouros" (programa de Silvio Santos do qual os pais eram jurados) na chegada à emissora carioca. "Não cantaram a música para mim porque muita gente não sabia de quem eu era filho", diz o herdeiro caçula do apresentador morto no começo do ano. "Gosto muito disso porque cheguei lá pelo meu talento, pela minha conta", festeja.

'Questão de honrar esse lugar', diz Diego sobre estreia na Globo

Para o ator, ser filho de Sonia e Wagner e estar na Globo representa uma questão de honra. "Meus pais sempre torceram tanto por mim. Minha mãe é a minha maior fã. Eu sinto que ela está do meu lado de qualquer maneira", define citando a atriz longe da TV desde participação especial em "Haja Coração". "Nem vejo como uma responsabilidade, e sim uma questão de honrar esse lugar. É mais isso: eu querendo honrar minha mãe como se fosse qualquer outra mãe não artista", acrescenta.

(Com apuração de Ana Clara Xavier e texto de Guilherme Guidorizzi)

'Questão de honrar esse lugar', diz Diego sobre estreia na Globo

Para o ator, ser filho de Sonia e Wagner e estar na Globo representa uma questão de honra. "Meus pais sempre torceram tanto por mim. Minha mãe é a minha maior fã. Eu sinto que ela está do meu lado de qualquer maneira", define citando a atriz longe da TV desde participação especial em "Haja Coração". "Nem vejo como uma responsabilidade, e sim uma questão de honrar esse lugar. É mais isso: eu querendo honrar minha mãe como se fosse qualquer outra mãe não artista", acrescenta.

(Com apuração de Ana Clara Xavier e texto de Guilherme Guidorizzi)

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