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Carol Peixinho não descarta beijo no 'BBB19': 'Atencioso e engraçado me envolve'

Militante, feminista, a participante do reality show também tem uma fã declarada: sua irmã Clarisse: 'Ela não passa despercebida. A beleza dela paralisa, impressiona as pessoas, atrai atenção. Eu acho que dentro da casa ela vai ter uma notoriedade particular'. Amiga de famosos nas rede sociais, a empresária conquistou o Twitter e triplicou o número de seguidores no Instagram

9 jan 2019
16h54
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Primeira mulher revelada no "Big Brother Brasil 19", Carolina Peixinho parece ter conquistado as redes sociais. No Instagram, a baiana já triplicou o número de seguidores, enquanto no Twitter está entre os assuntos mais comentados por ser feminista e militante. Em entrevista ao "Gshow", a empresária não descartou a possibilidade de se envolver com alguém na casa. "Solteiríssima! E eu não tenho o tipo de homem. Atencioso, engraçado, que tem um bom papo. Isso me envolve", entregou. Além da jovem, os telespectadores puderam conhecer o "mulherengo" surfista Alan, de 26 anos, e o atleta da Rocinha, Danrley.

'A beleza dela paralisa, impressiona as pessoas', diz irmã de BBB

Antes mesmo de entrar na casa, inspirada nesta edição no astro Michael Jackson, ela já tem uma fã declarada: sua irmã Clarisse. "Ela não passa despercebida. A beleza dela paralisa, impressiona as pessoas, atrai atenção. Eu acho que dentro da casa ela vai ter uma notoriedade particular", garantiu. Momentos antes de entrar no confinamento, a morena comenta sua expectativa e acredita que seu jeito a permanecerá por um bom tempo no jogo: "Quando você se dá bem com todo mundo, acaba não pontuando o lado ruim das pessoas. Eu coloquei toda minha energia nisso! Em qualquer comunidade, um baiano faz a diferença. Pelo modo de falar, pelo modo de levar a vida, pela alegria, pelo sotaque. Essa casa merece uma baiana!".

Baiana explica formação de brechó: 'Movimentar energia e gerar renda'

Formada em publicidade e propaganda, ela tem uma agência de turismo com a família e criou um brechó através de um pensamento consciente. "A gente viu necessidade desse escambo, de se desfazer do guarda-roupa cheio, do consumismo. A proposta é movimentar energia e gerar renda", explicou ela, que tem o costume de tirar os sapatos antes de entrar em casa. "A regra vem da Índia. O sapato é sujo e não é bom trazer isso para o seu Templo. Tudo começou a partir da minha mãe e do hinduísmo. Sempre tivemos grupos de meditações e respirações aqui em casa. A gente cresceu dentro dessa espiritualidade", contou.

(Por Rahabe Barros)

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