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Após polêmica com Neymar, modelo é indiciada por extorsão, fraude e calúnia

A modelo Najila Trindade, que acusou o jogador da seleção brasileira de estupro em junho deste ano, agora pode responder judicialmente pelos crimes de denúncia caluniosa, fraude processual e extorsão no caso. A Secretaria de Segurança de São Paulo a indiciou pelos três crimes, bem como seu ex-namorado, Estivens Alves, por fraude processual e divulgação de conteúdo erótico.

10 set 2019
23h52
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Após o arquivamento da acusação de estupro contra Neymar movida pela modelo Najila Trindade, a jovem está no centro de uma nova investigação: ela está indiciada pela Polícia de São Paulo denúncia caluniosa, fraude processual e extorsão no caso que envolve o atacante da seleção brasileira. Em junho deste ano, o caso veio a público e foi marcado por diversas idas do jogador a delegacia para depor. Segundo nota da secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) nesta terça-feira (10), a modelo e seu ex-companheiro, Estivens Alves - que chegou a fazer declarações sobre ela em entrevistas e divulgar material íntimo de Najila - podem responder judicialmente por fraude processual.

Najila é indiciada em outros dois artigos

Segundo as autoridades responsáveis, Najila ainda precisará se explicar por outras duas situações. "Após o esclarecimento da materialidade delitiva, procedida à realização das respectivas perícias e oitivas, a autoridade também decidiu pelo indiciamento de N. nos crimes de denunciação caluniosa e extorsão", dizia a nota da SSP publicada pela revista "Veja". Agora, representantes do Ministério Público e do Poder Judiciário irão apreciar os inquéritos e decidir pelo prosseguimento ou arquivamento deles. O advogado da jovem, por sua vez, informou que só irá se manifestar após ler o relatório. De acordo com a publicação, a delegada Monique Lima, responsável pelo caso, notou "incongruências" nos depoimentos e provas apresentados por Najila.

Fabio Assunção decidiu ir à Justiça após vídeo vazado

Em junho, Fabio Assunção viu um vídeo íntimo antigo ser publicado sem sua autorização nas redes sociais e decidiu procurar a Justiça para solucionar o caso. "Muitos estavam preocupados se o vídeo tinha sido agora, se eu estaria bem e é exclusivamente por isso que venho aqui me comunicar com vocês: esse vídeo é criminoso (bem como sua propagação) e eu garanto que a pessoa que o expôs será por meios legais identificada e responderá judicialmente", escreveu em rede social o pai de Ella Felipa e João Assunção - de quem recebeu apoio diante da exposição do material indevido. O global ainda fez questão de tranquilizar os fãs: "Eu aqui sigo em paz. Essas coisas machucam mas não arranham minha motivação de vida e nem minha força e minha crença que há um poder superior nos protegendo do mal. Escrevo com amor e sinceridade, recebam assim".

(Por Marilise Gomes)

PurePeople
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