Script = https://s1.trrsf.com/update-1789154714/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Publicidade

Ex-genro de Ana Maria Braga se manifesta sobre caso de furto: 'Investigação não é condenação'

Defesa de Badarik González, ex-marido de Mariana Maffeis, afirma que ainda não houve denúncia formal e critica julgamento público do caso

25 set 2026 - 16h51
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
Badarik González, ex-marido de Mariana Maffeis e ex-genro de Ana Maria Braga, publicou nota após ser investigado pelo furto de um anel em Minas Gerais. Em liberdade provisória, a defesa do colombiano reforça a presunção de inocência e afirma que ainda não há denúncia formal. González desabafou sobre os impactos na vida profissional, relatando ter perdido o emprego devido ao julgamento público, além de lamentar o distanciamento dos filhos após a ex-mulher solicitar medida protetiva contra ele.

Ex-marido de Mariana Maffeis, filha da apresentadora Ana Maria Braga, Badarik González publicou nesta terça-feira, 1º, no Instagram, uma nota de esclarecimento sobre a investigação criminal envolvendo um episódio ocorrido em Ipoema, distrito de Itabira, Minas Gerais, há cerca de dois meses.

O documento, assinado pela assessoria jurídica do colombiano, afirma que ainda não houve denúncia contra ele e reforça que uma investigação não representa uma condenação.

Badarik foi preso sob acusação de furtar um anel de prata que estava exposto em um estande durante um festival realizado na região. Segundo o relato da vítima, ele foi procurado por seguranças do evento, onde também expunha. No dia seguinte, ao retornar ao local, teve o carro revistado e o objeto foi localizado no veículo.

O colombiano obteve liberdade provisória no início de junho e passou a cumprir medidas cautelares, entre elas comparecer à Justiça quando for intimado e manter atualizado o endereço informado no processo.

Badarik González e Mariana Maffeis foram casados por cerca de seis anos
Badarik González e Mariana Maffeis foram casados por cerca de seis anos
Foto: Instagram/@badarik_gonzalez / Estadão

Na nota, os advogados afirmam que, até o momento, não houve oferecimento de denúncia contra o investigado, "de modo que sequer existe acusação formal delimitando quais crimes serão eventualmente imputados a Badarik".

A defesa sustenta ainda que a repercussão do episódio vem afetando a vida pessoal e profissional do colombiano, "que vem sendo publicamente tratado, em diversos espaços, como se sua responsabilidade criminal já estivesse definida".

Os advogados destacam que a condição de investigado não equivale a uma condenação. "Investigação não é condenação", afirmam no comunicado, que também menciona os princípios do devido processo legal, do contraditório, da ampla defesa e da presunção de inocência.

Segundo a defesa, os argumentos e demais esclarecimentos sobre o caso serão apresentados "no lugar adequado", em respeito às instituições responsáveis pela apuração. "A liberdade de imprensa é essencial. A presunção de inocência também", conclui a nota da Borcat Morello Advocacia.

View this post on Instagram

Desabafo sobre trabalho

Dias antes de divulgar o posicionamento da defesa, Badarik havia usado as redes sociais para falar sobre as dificuldades profissionais que afirma estar enfrentando.

Segundo ele, a repercussão do caso e o julgamento público desde que recebeu um pedido de medida protetiva da ex-mulher contribuíram para que perdesse um trabalho em uma padaria em Botucatu, no interior de São Paulo.

"Desculpa por este desabafo. Talvez você nem me veja em pessoa, e talvez por isso eu esteja respondendo desta forma. Eu estava trabalhando como autônomo, dando aulas, fazendo encomendas de doces e também como cozinheiro", afirmou.

Badarik contou que conseguiu um emprego no bairro Demétria, mas que a repercussão do caso teria afetado o movimento do estabelecimento.

"Consegui um trabalho no bairro Demétria, mas, como muitas vezes acontece em uma sociedade que julga pelas aparências e tira conclusões sem perguntar diretamente ou investigar, as coisas acabaram se complicando. Os clientes diminuíram e, por diversos motivos, os donos foram obrigados a me dispensar", disse.

Questionado por uma seguidora sobre a possibilidade de participar do reality show A Fazenda, da Record, o professor de ioga disse que não pretende viver à sombra de outras pessoas.

"Não quero viver à sombra daqueles que se escondem atrás da intolerância, que culpam os outros pela própria incapacidade de perdoar ou de aceitar que, muitas vezes, a raiva está em quem a sente e não necessariamente naquele que supostamente a provocou. Desculpa novamente pelo desabafo. Mas respondo justamente àqueles que enxergam apenas aparências, B.O.s ou medidas, sem investigação, sem ouvir os envolvidos e sem provas claras", destacou.

No mesmo relato, Badarik afirmou sentir falta dos dois filhos e disse que não conversa com eles há mais de um mês.

"E, enquanto isso, já se passou mais um mês sem ter você por perto ou, pelo menos, sem receber uma ligação dos seus filhos. Eu não desejo essa dor a ninguém - seja mãe, pai, avó, tio ou qualquer pessoa que ame alguém. Dói. Mas seguiremos fortes. Nos últimos meses, tantas pessoas perderam tudo, e eu só posso agradecer a Deus por ainda ter saúde, fé e a oportunidade de seguir um dia de cada vez. Estou com saudade, mas também com esperança. Um dia vão saber a verdade", falou.

Separação em julho do ano passado

Mariana Maffeis e Badarik González foram casados por cerca de seis anos e terminaram o relacionamento em julho do ano passado. A separação ganhou repercussão depois que veio a público que Mariana havia solicitado uma medida protetiva contra o ex-marido.

Os detalhes do pedido não foram divulgados. Atualmente, os dois mantêm contato apenas por meio dos advogados.

Ao anunciar o fim do casamento, Mariana afirmou nas redes sociais que Badarik havia se acomodado "com as facilidades que encontrou" ao lado dela. "Parece que é um carma meu", disse na ocasião.

Badarik também falou publicamente sobre o fim da relação e sobre a distância dos filhos. "Meus filhos têm direito a um pai. Medida protetiva é algo delicado. Por que não me investigam, então? Não escutaram minha versão", argumentou.

Os dois são pais de Varuna, de 5 anos, e Hima, de 2. Mariana também é mãe de Joana, de 15, e Maria, de 11, de seu relacionamento com Paschoal Feola.

Estadão
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra