Fefe Schneider revela bastidores do Fefelloween e fala sobre sucesso nas redes: 'Sonho de infância'
Atriz e fenômeno digital, Fefe Schneider conta como transformou a paixão por mistérios e crimes em conteúdo viral nas redes sociais
Aos 23 anos, Fernanda Schneider, mais conhecida como Fefe, é um dos nomes mais populares do entretenimento digital brasileiro. São mais de 25 milhões de seguidores somando TikTok, Instagram e YouTube e, segundo levantamento da plataforma Influency.me, ela ocupa o posto de quarta influenciadora mais procurada pelas marcas no país.
Carioca, Fefe começou cedo: foi modelo aos nove anos e lançou o livro Crônicas da Vida aos 10. Em 2015, criou o canal Deixa Falar no YouTube, que hoje soma quase três milhões de inscritos. A formação em Artes Cênicas pela CAL (Casa das Artes de Laranjeiras) e o curso de preparação de atores com Paloma Riani reforçaram sua vocação artística que rapidamente a levou ao cinema.
Seu primeiro longa veio aos 16 anos, e desde então a atriz tem conquistado espaço na tela grande. Entre os trabalhos mais recentes, Fefe protagonizou o filme Avassaladoras 2.0, participou de Mamonas Assassinas e está no elenco de Se Eu Fosse Você 3, ao lado de Glória Pires, Cléo Pires e Tony Ramos. Em 2025, também brilhou nos palcos paulistas com a peça O marido da minha mulher, ao lado de Daniel Rocha.
O poder da internet
A história de Fefe nas redes começou com um desejo simples: ser descoberta por algum diretor. Mas a estratégia se transformou em algo muito maior.
"Sempre foi meu sonho alcançar várias pessoas e, com a internet, a gente consegue ter essa 'métrica' e ver quanta gente e quem estamos impactando. Tudo isso falando de assuntos que eu gosto tanto, e que geram tanta curiosidade. É incrível poder ver que, aos poucos, estou conseguindo realizar meus sonhos de infância", conta. Com um conteúdo que mistura mistério, curiosidade e suspense, ela encontrou um espaço singular e uma audiência fiel.
True crime, mistério e o fascínio pelo desconhecido
Apesar da aparência delicada, Fefe é conhecida por falar sobre crimes, mortes e fenômenos paranormais. O interesse pelo tema, no entanto, vem de família.
"Acho que não foi uma escolha proposital. Eu sempre estive imersa nesse mundo por conta da minha família: meu avô era detetive, então sempre tive esse fascínio com o mistério. E meu pai é desembargador e minha mãe é advogada, o que estreita ainda mais essa ligação com o universo do Direito e casos criminais", explica.
Hoje, além de atriz e influenciadora, Fefe também cursa Criminologia. O contraste entre o visual leve e os temas densos virou sua marca registrada. "De início, pode ter sido um contraste meio estranho até, mas hoje em dia o público acabou se acostumando", diz.
O Fefelloween e a paixão pelo sobrenatural
O Halloween é, sem dúvida, uma das épocas mais aguardadas por Fefe, e também pelo público. Desde 2020, ela realiza o Fefelloween, um especial com vídeos, recriações de cenas e figurinos icônicos do terror e suspense. "Eu tenho uma quedinha especial pelo sobrenatural e isso nunca foi dúvida pros meus seguidores. Desde 2020, faço vídeos sobre o tema e comecei o Especial de Halloween no YouTube, que evoluiu para uma semana inteira de posts nas redes com produções sobre filmes e séries desse gênero", conta.
Neste ano, ela homenageia títulos como Nosferatu, Garota Infernal, Invocação do Mal, Sabrina, the Teenage Witch e O Iluminado. Entre todas as produções, uma em especial ficou marcada: "O figurino mais legal de 2025 foi o de 'Hellraiser', que usei em uma festa de Halloween. Nunca tinha ficado careca pra uma produção, e a gente usou uma massa pra fixar os pregos… O resultado ficou surreal", relembra, rindo.
Conteúdo que informa e entretém
Entre o audiovisual e as redes sociais, Fefe encontrou um ponto de equilíbrio raro. Para ela, o segredo está em unir entretenimento e informação.
"Acho que o impacto está justamente em mostrar que informação e entretenimento não precisam andar separados. Quando comecei a falar de true crime e curiosidades, meu objetivo nunca foi só chocar, mas despertar interesse. Todo mundo quer entender o mundo, só que de um jeito que prenda a atenção, e é aí que entra o storytelling", explica.
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