Robin Williams proibiu o lançamento deste clássico da Disney até 2039: "Ele insistiu em ter a última palavra"
O intérprete do Gênio, de Aladdin, deixou um testamento que bloqueou o uso de material inédito por mais de duas décadas.
Existe um filme da Disney que, se algum dia for lançado, só chegará aos cinemas após 2039. O motivo está no testamento do ator Robin Williams, que estipulou que seu nome, gravações de suas performances e gravações de sua voz não poderiam ser usados por 25 anos após sua morte. Ele faleceu em 2014.
Williams interpretou o Gênio na animação Aladdin (1992), e era tão bom em improvisação que há muito material que poderia ser usado para continuações. Como destacou o The Times, em 2015, um ex-executivo da Disney revelou que grande parte do diálogo do ator nas filmagens de Aladdin não entrou no corte final, e há conteúdo suficiente para dar origem a um novo longa-metragem.
A ideia era promissora, mas a Disney teve que abandonar seus planos ao descobrir o que Williams havia estipulado em testamento.
"Quando ele estava em boa forma, o tagarela hiperativo que tanto amamos de Bom Dia, Vietnã e Uma Babá Quase Perfeita fazia 30 piadas por minuto", colocou o executivo, que segundo o The Times, preferiu não ser identificado. "Agora, como ele insistiu em ter a última palavra sobre esse material, [as piadas] permanecerão arquivadas", acrescentou.
Essa medida protege a viúva do ator, Susan, e seus três filhos, Zak, Zelda e Cody, de penalidades testamentárias decorrentes de seus rendimentos póstumos.
A relação de Robin Williams com a Disney é complicada
Apesar de ter interpretado o Gênio em Aladdin, Robin Williams não retornou para a sequência, O Retorno de Jafar (1994). Na é…
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