Script = https://s1.trrsf.com/update-1786557910/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Oferecimento Logo do patrocinador
Publicidade

Os especialistas em psicologia concordam: os adultos que, quando crianças, preferiam o Kuririn, apesar de ele ser o mais fraco de Dragon Ball, hoje têm uma vantagem em relação aos demais

A lição de Dragon Ball e a Teoria da Comparação Social nos ensinaram a querer ser o Kuririn

21 jul 2026 - 18h13
(atualizado em 22/7/2026 às 16h55)
Compartilhar
Exibir comentários
Kuririn
Kuririn
Foto: Reprodução / Xataka

Pessoalmente, eu não concebia outra realidade que não fosse adorar Goku acima de qualquer outro personagem de Dragon Ball, usando Gohan apenas como segunda opção, mas o fato é que, como já vimos com o caso de Vegeta, havia fãs para todos os gostos. Desde os que escolhiam Piccolo como personagem favorito até os de Trunks, os especialistas em psicologia concordam que os que escolheram Kuririn têm algo especial.

O eterno segundo colocado, o personagem que detém o questionável recorde de ser o que mais vezes precisou ser ressuscitado em toda a saga, se tornou o favorito de muitos antes mesmo de vê-lo triunfar ao se casar com a andróide C-18. A psicologia aponta que quem se aproximou de Kuririn por ser esse careca vulnerável sem nariz em um cenário repleto de deuses guerreiros tomou uma decisão sábia que lhes dá vantagem sobre os demais.

A lição de Dragon Ball e a Teoria da Comparação Social

Para entender o porquê, não é preciso ir aos primórdios da história criada por Akira Toriyama — basta recorrer ao ano de 1954 e ao estudo do psicólogo Leon Festinger. Além de ter nome de vilão de Dragon Ball, ao famoso professor da Universidade de Stanford devemos a Teoria da Comparação Social. Um conceito que talvez você esteja ouvindo pela primeira vez agora, mas que o acompanha durante toda a vida.

Festinger defendia que, em nível psicológico, as pessoas avaliam constantemente sua posição social por meio da comparação com quem as rodeia. Graças a isso, não só entendemos até onde chegam nossas ...

Veja mais

Matérias relacionadas

"Estamos entrando em uma nova era aterradora" alerta Dr. Bartov, especialista em estudos sobre o Holocausto e genocídio, após a impunidade na guerra de Gaza ditar novas regras geopolíticas que transforma atrocidades em negócios altamente lucrativos

O que significa esse símbolo amarelo no painel do carro?

O que você vê aqui não é uma nova foto de Duna: é o novo prédio que a Arábia Saudita pretende construir no meio do deserto

TCL traz ao Brasil a tecnologia SQD-Mini LED e aposta em telas ultragrandes com mais cor e brilho

Congelado por 30 anos a 8,5 mil metros de profundidade: nova missão busca finalmente desvendar a identidade do cadáver mais famoso do Everest

📊 Fofoca Awards: vote nos seus favoritos
Xataka
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra