Os especialistas em psicologia concordam: os adultos que, quando crianças, preferiam o Kuririn, apesar de ele ser o mais fraco de Dragon Ball, hoje têm uma vantagem em relação aos demais
A lição de Dragon Ball e a Teoria da Comparação Social nos ensinaram a querer ser o Kuririn
Pessoalmente, eu não concebia outra realidade que não fosse adorar Goku acima de qualquer outro personagem de Dragon Ball, usando Gohan apenas como segunda opção, mas o fato é que, como já vimos com o caso de Vegeta, havia fãs para todos os gostos. Desde os que escolhiam Piccolo como personagem favorito até os de Trunks, os especialistas em psicologia concordam que os que escolheram Kuririn têm algo especial.
O eterno segundo colocado, o personagem que detém o questionável recorde de ser o que mais vezes precisou ser ressuscitado em toda a saga, se tornou o favorito de muitos antes mesmo de vê-lo triunfar ao se casar com a andróide C-18. A psicologia aponta que quem se aproximou de Kuririn por ser esse careca vulnerável sem nariz em um cenário repleto de deuses guerreiros tomou uma decisão sábia que lhes dá vantagem sobre os demais.
A lição de Dragon Ball e a Teoria da Comparação Social
Para entender o porquê, não é preciso ir aos primórdios da história criada por Akira Toriyama — basta recorrer ao ano de 1954 e ao estudo do psicólogo Leon Festinger. Além de ter nome de vilão de Dragon Ball, ao famoso professor da Universidade de Stanford devemos a Teoria da Comparação Social. Um conceito que talvez você esteja ouvindo pela primeira vez agora, mas que o acompanha durante toda a vida.
Festinger defendia que, em nível psicológico, as pessoas avaliam constantemente sua posição social por meio da comparação com quem as rodeia. Graças a isso, não só entendemos até onde chegam nossas ...
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