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Carrie Fisher tinha restos de cocaína no corpo quando morreu

19 jun 2017
14h17
atualizado às 14h44
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A atriz Carrie Fisher tinha restos de cocaína, heroína e ecstasy em seu corpo quando morreu, de acordo com os resultados da autópsia, que não concluíram se essas drogas foram a causa de sua morte aos 60 anos em 27 de dezembro do ano passado.

A revista "People" publicou hoje novos extratos do relatório da polícia de Los Angeles, depois que na sexta-feira foi revelado que a autópsia apontou uma apnéia de sono e a combinação de outros fatores como as possíveis causas da morte de Fisher.

Carrie Fisher
Carrie Fisher
Foto: Alberto E. Rodriguez / Getty Images

O reporte toxicológico revelou hoje que a intérprete tinha em seu organismo restos de cocaína, metadona, etanol e opiáceos quando faleceu.

As autoridades indicaram que Fisher pode ter consumido cocaína em algum momento dentro das 72 horas prévias à sua morte.

"De acordo com a informação toxicológica disponível, não podemos estabelecer a relevância relacionada das múltiplas substâncias que foram detectadas no sangue e no tecido de Fisher com sua morte", de acordo com o relatório.

Coincidindo com as revelações sobre a morte da atriz na sexta-feira, Billie Lourd, filha de Fischer, divulgou um comunicado sobre as circunstâncias que rodearam a morte de sua mãe, que ao longo da sua vida enfrentou numerosos problemas com as drogas.

"A minha mãe lutou contra as drogas e as doenças mentais toda a sua vida. Finalmente morreu por isso. Ela foi deliberadamente transparente em todo o seu trabalho sobre os estigmas sociais que rodeiam estas doenças", afirmou.

Conhecida no mundo todo por seu papel como princesa Leia na saga "Star Wars", Fisher morreu em 27 de dezembro, em Los Angeles, em decorrência de um infarto sofrido dias antes durante um voo.

EFE   

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