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Na web, Beija-Flor se destaca com enredo sobre intolerâncias

Novamente, o tom de protesto conquistou os internautas, que exaltaram a escola, no segundo dia de desfiles no Rio de Janeiro

13 fev 2018
12h57
atualizado às 14h02
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Assim como na primeira noite, o tom crítico alavancou as redes sociais durante a apresentação das seis últimas escolas de samba da elite do Rio de Janeiro. E se a Paraíso do Tuiuti foi destaque nas redes sociais no primeiro dia, a Beija-Flor, que encerrou a festa, assumiu o topo dos assuntos mais comentados do Twitter.

Pabllo Vittar representou a luta contra o preconceito de gênero
Pabllo Vittar representou a luta contra o preconceito de gênero
Foto: AgNews

Com o samba-enredo "Monstro é aquele que não sabe amar. Os filhos abandonados da pátria que os pariu", a escola criticou o preconceito e intolerância das mais variadas formas na sociedade brasileira. Para isso, usou personagens como Pabllo Vittar, Jojo Todynho, Cláudia Raia e Edson Celulari. Além disso, a agremiação de Nilópolis também abriu a avenida, já no fim do desfile, transformando a Sapucaí em um verdadeiro bloco de rua.

Confira as reações nas redes sociais:

 

 

 

 

 

A noite ainda teve a Unidos da Tijuca, com o samba-enredo em homenagem ao multifacetado Miguel Falabella (destaque para passagem da atriz Marisa Orth como “Magda”, personagem marcante de “Sai de Baixo”, quando o ator viveu “Caco Antibes”); Portela (atual campeã e cantou sobre os judeus refugiados em Pernambuco, no período de ocupação holandesa); União da Ilha do Governador (“Brasil bom de boca” foi o samba-enredo, que teve Gracyane Barbosa como musa e carro abre-alas com cheiro de café e outro, exalando chocolate); Salgueiro (enredo sobre a mulher negra, “Senhoras do ventre do mundo”, inspirado em samba em homenagem a Xica da Silva, escrito a há 55 anos; Viviane Araújo como rainha do Egito também foi destaque), e a penúltima foi a Imperatriz Leopoldinense, que fechou a folia já na madrugada carioca, com enredo “Uma noite no museu”, em homenagem aos 200 anos do Museu Nacional.

 

Fonte: ED

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