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Ladrões roubam joias de 'milhares de euros' em Veneza

3 jan 2018
09h43
atualizado às 13h42
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Algumas joias da mostra "Tesouri dei Moghul e dei Maharaja", que está sendo realizada no Palazzo Ducale em Veneza, na Itália, foram roubadas na manhã desta quarta-feira (3). O alarme do assalto foi dado às 10h (hora local) e a polícia já está investigando o caso. De acordo com as primeiras informações, as peças valem"algumas dezenas de milhares de euros".

Peças valem "algumas dezenas de milhares de euros".
Peças valem "algumas dezenas de milhares de euros".
Foto: IstoÉ

O delegado de Veneza, Vito Gagliardi, informou que foram chamados especialistas da Polícia de Roma para ajudar nas investigações sobre o roubo de peças.

Segundo o líder da polícia, é "indispensável" entender "o que não funcionou" dentro do Palazzo Ducale porque "a redoma foi aberta como se fosse uma caixinha enquanto o alarme, se funcionou, disparou muito tardiamente".

Ainda de acordo com Gagliardi, as peças roubadas "não estão entre as mais fortes" da exposição e as fotos dos objetos foram enviadas para Londres, pelos próprios gestores da mostra, para identificar e quantificar o valor das peças. Segundo uma declaração da Delegacia local, o preço declarado na entrada dos itens na Itália é de 30 mil euros, mas o "valor real" delas é muito mais alto.

De acordo com a entidade, foram roubados um par de brincos e um broche da exposição. Para os investigadores, as peças são muito difíceis de negociar no "mercado negro" porque são mundialmente conhecidas. Então, a hipótese mais provável, até o momento, é que os ladrões roubaram as peças para desmanchá-las e vender as pedras preciosas separadamente.

Da análise dos vídeos de vigilância, emerge que os ladrões - não está claro se são dois ou mais porque estão misturados com a multidão de visitantes -, depois que roubam os itens, os colocam nos bolsos e saem sem serem interrompidos.

Eles saíram sem hesitar do Palazzo Ducale, com passos calmos e se misturaram entre os turistas que estavam naquele momento na Piazza San Marco. A partir de então, os policiais perderam os rastros deles.

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Ansa - Brasil   

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