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A riqueza da micologia

Micologia é a ciência que estuda os cogumelos, aqueles seres que brotam aparentemente do nada, às vezes em lugares imprevisíveis. Estima-se que haja cerca de 1,5 milhão de espécies diferentes no mundo, e que eles existam há 130 milhões de anos. Sua composição pode chegar a até 90% de água, o resto são filamentos com membranas feitas de quitina (substância do reino animal) e celulose (do reino vegetal). Por essa razão, os cogumelos são considerados meio bichos, meio plantas; o que os levou ao reino dos fungos na nova classificação dos seres vivos.

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Euro-ratos

Uma nova praga resistente aos produtos de extermínio dos humanos está se desenvolvendo na Inglaterra. Ratos imunes aos pesticidas que causam hemorragias internas proliferam na Europa. Os bichos são verdadeiros venenos ambulantes, que podem matar os infelizes predadores que arriscarem lhes dar uma mordida. Até o momento, não há registro da nova super-raça roedora na América.

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Vulcão não é vilão

Até pouco tempo, os cientistas acreditavam que as erupções dos vulcões eram responsáveis por boa parte dos CFCs, gases que destroem a camada de ozônio, liberados na atmosfera. Porém, estudos recentes revelaram que, dentre as 300 substâncias contidas no gás vucânico, apenas uma é CFC, o triclorofluorometano conhecido como CFC-11, e ele está presente na emissão de gases em menos de uma parte em um quatrilhão. Quantidade insignificante quando comparada à que nós, seres humanos, lançamos na estratosfera.

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Renas têm dieta exclusiva

A maior parte dos animais não se alimenta de musgo. Além de ser de difícil digestão, a briófita é dotada de baixo valor nutricional. Entretanto, a rena adora comê-la, pois a planta possue uma química especial que ajuda o mamífero a manter seu corpo aquecido nas frias regiões onde habita.

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Barata é campeã de velocidade no Reino Animal

A dificuldade que se tem para caçar uma barata foi objeto de pesquisa na Universidade Hebraica de Jerusalém, Israel. Os cientistas descobriram que este inseto é um dos campeões de velocidade do reino animal. Pode percorrer um metro por segundo. Considerando-se o seu tamanho, proporcionalmente para um homem eqüivaleria correr a 150 quilômetros por hora. A barata é também campeão de dribles - é capaz de desviar o rumo, em plena corrida, 25 vezes por segundo. O registro foi feito com uma câmera de vídeo especial.

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Espinhos protegem animais e plantas de predadores

Animais como o ouriço, o porco-espinho e o peixe-prego, entre outros, quando atacados enrolam-se para assumir a forma de uma bola cheia de espinhos pontiagudos que desanimam até o mais esfomeado inimigo. Entre os vegetais, o cacto, planta típíca das regiões áridas, armazena a água da chuva para resistir à desidratação no período das secas prolongadas. Se não estivesse protegido pelos espinhos, seria o banquete preferencial de todos os animais sedentos nos períodos de grande estiagem.

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Olhos que pensam

Boa parte da imagens que vemos são processadas nos próprios olhos, e não no cérebro. Graças a isso, detectamos, com alguns segundos de antecipação, a posição que determinado objeto em movimento ocupará em seguida. Se os nossos olhos funcionassem como câmeras fotográficas, apenas captando imagens para o cérebro identificar, veríamos sempre com atraso a posição dos objetos em movimento porque o processo demandaria algumas frações de segundo e o risco de colisões aumentaria muito. Por exemplo, um automóvel andando a 40 quilômetros por hora seria percebido um metro atrás da sua posição verdadeira.


O árduo namoro dos alces

Alces enfrentam muitos problemas para paquerar, pois viajam grandes distâncias, migrando para as regiões de encontro com as fêmeas, demarcam territórios e lutam por aquela que escolheram como amante numa violenta batalha onde jogam-se de cabeça contra os machos concorrentes, podendo até quebrar sua vistosa galhada. E como se não bastasse tudo isso, quando finalmente chega a esperada e sofrida hora de copular, o ato dura nada mais do que cinco segundos, um tempo baixíssimo para um mamífero do seu tamanho.

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Platina: metal que vale ouro

A platina é um metal raríssimo, mais valioso até mesmo que o ouro. A substância, que não se oxida e mantém o brilho ainda que submetida a altas temperaturas, é conhecida como o mais pesado dos metais e encontrada em rochas muito antigas, sempre misturada com prata, irídio, rutênio e ouro. Não se sabe desde que época é conhecida do homem, porém, modernamente, começou a ser usada em 1735, quando foi encontrada uma jazida na Colômbia. A substância é usada em liga com o irídio, prata ou cobre para adquirir mais dureza.

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Brasil tem maiores jazidas minerais do planeta

A desvantagem do Brasil na produção siderúrgica, apesar de possuir as maiores jazidas minerais do planeta, deve-se à falta de pesquisa tecnológica. A siderurgia iniciou-se cedo no país, por volta de 1590, quando Afonso Sardinha passou a explorar as minas de Aroçoiaba, em São Paulo. No Rio Grande do Sul, o pioneirismo coube ao padre Antônio Sepp, no século 17, com atividade nas minas de Camaquã. Apesar desta precocidade, a falta de pesquisa tecnológica reduziu o Brasil à mera condição de fornecedor de matéria-prima. Hoje, a indústria siderúrgica esforça-se por recuperar o tempo perdido.

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