Omni Flash, do Google, quer ser para o vídeo o que Nano Banana foi para a imagem
Aplicação permite edição de vídeo por meio de conversa
Criar uma imagem com IA já não surpreende como antes. O que começa a fazer a diferença é a capacidade de modificá-la, dar continuidade e transformar uma ideia inicial em algo mais elaborado sem perder a coerência no processo. No vídeo, esse desafio é muito maior: há movimento, tempo, física e personagens que precisam continuar parecendo coerentes.
O Gemini Omni, anunciado nesta quarta-feira (20/5) pelo Google, chega com a promessa de enfrentar esse problema e tornar a edição uma tarefa muito mais simples.
A própria DeepMind, divisão de IA do Google, pede para que o Omni seja visto como o Nano Banana, mas para vídeo. O gerador de imagens do Google explodiu em 2025 e levou a criação visual com IA a novos patamares nas redes sociais. A primeira versão, lançada em agosto, somou 13 milhões de usuários em quatro dias e já havia gerado mais de 5 bilhões de imagens em meados de outubro.
O Gemini Omni Flash é apresentado como o primeiro modelo da família Gemini Omni. Segundo a empresa, ele foi projetado para criar conteúdo a partir de qualquer tipo de entrada. A ideia é que o usuário possa combinar imagens, áudio, vídeo e texto como ponto de partida para gerar vídeos de alta qualidade apoiados no conhecimento do mundo real do Gemini.
Alterando a criação da IA sem perder a coerência
A parte mais interessante está em como o Google descreve o processo de edição. Ele não é apresentado apenas como uma ferramenta para gerar um clipe do zero, mas como um sistema capaz de trabalhar ...
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