O chá de hibisco ganhou fama por ajudar no emagrecimento e na saúde cardiovascular. Produzido a partir do cálice seco da flor Hibiscus sabdariffa, ele é rico em antioxidantes, vitaminas e minerais. Mas, apesar dos benefícios, a bebida também tem contraindicações.
Entender os dois lados é essencial para consumir com segurança.
Quais são os principais benefícios do chá de hibisco
Segundo o farmacêutico naturopata Jamar Tejada, os compostos antioxidantes presentes na planta ajudam a prevenir diversos problemas de saúde.
Veja os principais efeitos positivos.
1. Auxilia no controle da pressão arterial
O consumo regular pode contribuir para reduzir pressão arterial e triglicerídeos.
Também pode ajudar a equilibrar colesterol, aumentando o HDL e reduzindo o LDL.
Esses efeitos favorecem a saúde cardiovascular.
2. Ajuda a reduzir retenção de líquido
O chá de hibisco possui efeito diurético.
A presença de flavonoides, como a quercetina, estimula a eliminação de líquidos pelo organismo.
Isso pode reduzir inchaço.
3. Pode favorecer a perda de peso
Os polifenóis, como antocianinas e flavonoides, auxiliam no metabolismo.
A bebida pode complementar hábitos saudáveis, mas não faz milagres isoladamente.
Alimentação equilibrada continua sendo essencial.
4. Combate radicais livres
Os antioxidantes ajudam a combater o estresse oxidativo.
Isso contribui para prevenir envelhecimento precoce e doenças crônicas.
5. Contribui para o bem-estar
A bebida contém ferro e vitamina C.
Esses nutrientes ajudam na oxigenação do corpo e no fortalecimento da imunidade.
E os efeitos colaterais?
Apesar dos benefícios, o chá de hibisco não é indicado para todos.
Pessoas com pressão baixa devem evitar o consumo. A bebida pode causar tontura e sonolência.
Também não é recomendada para gestantes e lactantes.
O consumo excessivo pode provocar perda de eletrólitos, essenciais para o equilíbrio do organismo.
Em grandes quantidades, pode levar à desidratação e sobrecarga hepática.
Equilíbrio é a chave
O chá de hibisco pode ser aliado da saúde quando consumido com moderação.
Não substitui acompanhamento médico nem hábitos saudáveis.
Se houver condições pré-existentes, o ideal é buscar orientação profissional.
Natural não significa isento de risco.
Consumir com consciência é o melhor caminho para aproveitar benefícios sem prejudicar a saúde.