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Conheça os alimentos bons para o cérebro e para a memória

Os esquecimentos estão mais comuns na sua rotina? Conheça alguns alimentos para a memória que contribuem para a saúde cerebral

11 mai 2021 08h50
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Alimentos para a memória. Na foto, um homem de terno preocupado com memória coloca as mãos na cabeça
Foto: Shutterstock / Sport Life

Já dizia o velho ditado: "quando a cabeça não pensa, o corpo padece". E, em tempos de rotina multitarefa, esquecer-se de coisas importantes se tornou mais comum e recorrente do que gostaríamos. Por isso, alguns nutrientes-chave podem fazer a diferença na sua memória por contribuir para o funcionamento cerebral. Confira quais são os alimentos bons para o cérebro!

1 - Salmão ou atum: incrementar a sua alimentação com esses dois peixes pode lhe fazer muito bem. O ômega-3, presente em boa quantidade nessa dupla, ajuda a reduzir o tempo que você leva para memorizar informações.

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2- Beterraba: em um estudo recente, pessoas com mais 70 anos de idade tomaram suco de beterraba e fizeram exame de ressonância magnética. Os pesquisadores descobriram que a bebida melhorou o fluxo sanguíneo para o cérebro. O segredo: nitratos, compostos presentes na raiz e que melhoram a circulação sanguínea.

3- Alimentos verdes: brócolis, espinafre, agrião, escarola… Todos são fontes de vitamina K e ácido fólico, essenciais para a saúde do cérebro. A vitamina K melhora a memória associada a fatos, enquanto o ácido fólico trabalha em conjunto com a vitamina B12 para otimizar a função cognitiva de pessoas mais velhas.

Além dos alimentos bons para o cérebro, a prática de atividades físicas em excesso pode acabar tendo um efeito contrário e prejudicar a memória. Um estudo da Universidade de Toronto, no Canadá, envolvendo 90 mulheres com idades entre 50 e 63 anos, todas na menopausa, indicou que quanto mais elas se engajavam em atividades extenuantes - como natação competitiva, corrida, aeróbica, basquete e ciclismo em subidas - pior era sua pontuação em oito testes da função cognitiva, principalmente em memória e atenção. Por outro lado, exercícios moderados, como caminhada, teriam efeito protetor.

"As pessoas frequentemente pensam que se um pouco é bom, muito é melhor. Mas isso não é o caso aqui", explica a pesquisadora Mary C. Tierney.

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