Se você cresceu na periferia já participou de alguma dessas brincadeiras

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Quem nasceu nas quebradas entre as décadas de 1980 e 1990 sabe que a rua era lugar de diversão da criançada. Relembre brincadeiras tradicionais:

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Pipa e capucheta

Brincadeira milenar e barata, empinar pipa faz a alegria de crianças, jovens e adultos até hoje. Em regiões do Brasil como em São Paulo, há também a capucheta, uma versão da pipa feita com jornal, sem varetas, apenas papel e linha

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Bexigas com água

Em dias quentes, uma piscina de plástico vira atração para se refrescar e brincar. Encher bexigas comuns com água de mangueira também é um jogo emocionante, uma guerrinha entre quem fica mais molhado

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Bolinha de gude

A depender do lugar, a brincadeira é conhecida como peca, baleba, bila, búraca, búrica, bute, guelas, nica, ximbra, boleba, bolega e fubeca, entre outros nomes. O jogo é no chão da terra e a intenção é bater a bolinha na do adversário

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Taco

Quem nunca brincou de taco que atire a primeira bolinha! E para se divertir não precisa de muita coisa, apenas dois tacos de madeira, duas latas de óleo ou duas garrafas pet vazias. O objetivo da dupla que está com o taco é proteger a “casinha”. Já a dupla com a bola, precisa derrubar a casinha

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Amarelinha

Brincadeira simples e fácil, todo mundo já brincou uma vez na vida. Giz na mão (ou pedra), desenho no asfalto. A criança joga uma pedrinha em um número e onde cair não pode pular, até chegar no céu ou inferno

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Brincadeiras de roda

Bem possível que com as crianças do bairro você tenha cantado ciranda-cirandinha, batata-quente, entre tantas outras brincadeiras de roda que estimulam a musicalidade, memória, equilíbrio e concentração

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