Heroínas da quebrada em muros de SP

50 rostos de tias, mães e avós, donas de casa e domésticas, todas de periferia, estão na instalação Míticax, em 5 quebradas

Foto: Leo Souzza. PRODUÇÃO: MARCOS ZIBORDI

Referências das comunidades

A instalação homenageia mulheres fortes, com mais de 50 anos, vivas e reconhecidas nos territórios que ajudaram a construir

Foto: Leo Souzza

Exposição a céu aberto

Além do centro de São Paulo, sequências com dez rostos gigantes estão na Vila Nova Cachoeirinha, Paraisópolis, Itaquera e Butantã

Foto: Leonardo Souzza

Conheça as guerreiras

Elas preferem ser identificadas pelo nome popular, como são conhecidas em suas comunidades. Além dos muros, as histórias estão registradas em vídeo

Foto: Leo Souzza

Vó Tutú, 72 anos

Faz trabalho voluntário na Brasilândia, distribui mais de 5000 pães gratuitamente todos os dias e tem projetos sociais em casa

Foto: Leo Souzza

Vanda do Renascença, 75 anos

Primeira mulher presidente e proprietária de clube de futebol de várzea em São Paulo e uma das primeiras do Brasil

Foto: Leo Souzza

Fatinha, 69 anos

Costureira, uma das 11 mulheres que fundaram Paraisópolis. Costura roupas gratuitamente para moradores e para projetos sociais em países africanos

Foto: Leo Souzza

Lúcia, 72 anos

Dona de Casa, uma das primeiras moradoras dos conjuntos habitacionais de Itaquera, na zona leste de São Paulo

Foto: Leo Souzza

Lili, 59 anos

Costureira, coordenadora de projetos sociais voltados para crianças na zona oeste. Começou a estudar com mais de 50 anos

Foto: Leo Souzza

Carmen Silva, 63 anos

Coordena a mobilização e organização de famílias na luta por moradia digna no centro de São Paulo

Foto: Leo Souzza

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Foto: Michelle Serra